Aviso aos pesquisadores / entrevistadores

Dou entrevistas, sim – desde que não chovam no molhado. Entrevistador terá que ter lido pelo menos um livro e um artigo meu. E examinado algo do que tem no Google, além de percorrer meu blog. “Como surgiu seu interesse pela geração beat?”, “qual a maior herança deixada pela geração beat?”, “como você começou a escrever?” e similares, leiam o que já saiu. O que venho dizendo desde o ano 2000, aproximadamente (na entrevista de Especulo / Univ. Complutense por Floriano Martins, entre outras). Contar como apareceu geração novíssimos, já tem em “Os dentes da memória”. Achem também a excelente entrevista que Roberto Piva fez comigo em 1997 – já está tudo lá. Entrevista não pode substituir pesquisa bibliográfica, ou seja, leitura, nos TCCs e afins.

Já a entrevista do Victor Del Franco, nesse número de Celuzlose que está sendo lançado, é muito precisa, substanciosa – esse me leu. Idem, a do Demetrios Galvão na Academia Onírica – como essa revista tem circulação limitada, penso em reproduzir em alguma página de internet. E, é claro, a do Chiu para Zunaí, que sairá em agosto – antes mesmo de respondê-la, já rendeu uma suíte sobre acaso objetivo, publicada aqui, neste meu blog.

Observações são por causa da agitação extra pela chegada, em breve, do filme. Torço, é claro, para que esse On the Road tenha dado certo.

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