BEAT EM BRASÍLIA

PROJETO POESIA E VINHO:

GERAÇÃO BEAT, POESIA E REBELIÃO

Palestra, debate e sessão de autógrafos com Claudio Willer

Jack Kerouac, Allen Ginsberg, Geração Beat, contracultura: aí estão assuntos sobre os quais muita gente quer saber mais, depois de ter lido os livros e as matérias na imprensa, visto os filmes, ouvido os poemas e as músicas. Por isso, a Livraria Sebinho de Brasília trouxe um especialista, autor de obras que receberam elogios, pela qualidade, consistência e legibilidade.

 Local: auditório da Livraria Sebinho, CLN 406 bloco C loja 72 asa norte, Brasília

Data: 02 de outubro de 2012

Horário:

A partir das 18:30, distribuição de convites (número de lugares é limitado) e Claudio Willer autografa exemplares de seu livro Geração Beat, L&PM Pocket.

Às 19:30, palestra e debate. Coordenação do debate: Adeilton Lima

 CLAUDIO WILLER é poeta, ensaísta e tradutor, ligado à criação literária mais rebelde, ao surrealismo e geração beat. Publicações recentes, Um obscuro encanto: gnose, gnosticismo e poesia, ensaio (Civilização Brasileira, 2010); Geração Beat, ensaio (L&PM Pocket, 2009); Estranhas Experiências, poesia (Lamparina, 2004). Traduziu Lautréamont, Ginsberg e Artaud. Publicado em antologias e periódicos no Brasil e outros países. Doutor em Letras na USP, onde fez pós-doutorado e deu cursos como professor convidado. Também deu cursos, palestras e coordenou oficinas em uma diversidade de instituições culturais. Mais em https://claudiowiller.wordpress.com/about

 

A CRÍTICA E GERAÇÃO BEAT DE CLAUDIO WILLER

“Esse livrinho (120 págs.) de Willer é indispensável […] Didático e lírico, Geração Beat esmiúça vidas e obras da sacrílega trindade (Burroughs/Kerouac/Ginsberg) e de coadjuvantes essenciais (Lawrence Ferlinghetti, Gregory Corso, Michael McClure, Gary Snyder), além de aproximar a beat da vanguarda de vários países (como o nadaísmo colombiano) e estabelecer pontes entre os norte-americanos e a contracultura brasileira – de que são figuras importantes Roberto Piva, Chacal, Paulo Leminski, Torquato Neto e Mário Bortolotto.”  

Ronaldo Bressane O Estado de S. Paulo, Caderno 2

http://ronaldobressane.com/2009/06/01/a-volta-dos-boemios/

 

“Uma história definidora da cultura (contracultura) do século 20. Willer conta essa aventura coletiva no livro Geração beat, que está sendo lançado pela L&PM. Rara oportunidade de o leitor brasileiro tomar contato, em bom português, com uma leitura atenta e sensível sobre a estética beat, suas influências e efeitos. […] Willer conta as histórias desses personagens da vida real em Geração beat. Ele os apresenta a toda uma nova geração de leitores. E preenche lacunas de conhecimento para aqueles que já estão familiarizados com esses nomes.”

Bernardo Scartezini

Correio Braziliense

“Com uma escrita leve, de quem há tempos se dedica ao ofício da escrita literária, Willer ensaia uma introdução à geração beat para os brasileiros. […] O mais instigante, porém, é o exercício crítico que Willer propõe. […] A leitura de Geração Beat permite-nos ver certa continuidade entre as margens da América do Norte dos anos 40 e 50 e as margens brasileiras do início dos anos 60. Percebe-se assim como o espaço da consagração literária não é apenas o dos bancos universitários, mas também o pátio, o bar, a rua. Não o centro, a margem.”

Wilson Alves Bezerra

O Globo – Prosa e Verso

http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2009/08/10/geracao-beat-por-wilson-alves-bezerra-212842.asp

 

 

“Entre as opções na minha mesa de trabalho estava o volume da coleção L&PM Pocket Encyclopaedia sobre a Geração Beat […] Claudio Willer não apenas disseca a obra, mas conta a história dos próprios personagens, e esses caras tiveram vidas aventureiras, com experiências radicais que dariam (muitos) filmes. O experimentalismo não era só estético. Era comportamental. Eles foram ao limite da experimentação, inclusive por meio das drogas e do sexo, buscando muitas vezes na degradação uma forma de sublimação e ascese.”

Luiz Carlos Merten

http://blogs.estadao.com.br/luiz-carlos-merten/geracao-beat/

 

 

“Claudio Willer, com Geração Beat (Porto Alegre: L&PM, 2009) realizou um dos mais instigantes ensaios sobre os autores estadunidenses que maior influência exerceram sobre sua geração de poetas e ficcionistas. […] A geração tem agora, com o ensaio de Claudio Willer, valoroso estudo em língua portuguesa.”

Fábio Lucas

Jornal Linguagem Viva

 

“Recomendo a leitura de Geração Beat, pois muito aprenderá, é leitura fácil, e mais, os rodapés enriquecem, ilustrando a história. Claudio Willer é um arauto da cultura.”

Paulo Veiga

Jornal Linguagem Viva

 

Geração Beat é um livro importante porque descreve com competência um movimento importante de poetas cansados da vida moderada, que procuraram um outro tipo de experiência […] É um documento histórico-literário escrito por poeta um que é especialista nesse assunto.”

Álvaro Alves de Faria

Joven Pan

 

“Foi mesmo um “encontro de beatniks” o evento de lançamento do livro Geração Beat, de Claudio Willer, na livraria Martins Fonte em São Paulo (dia 03/06/2009). Peguei a nova câmera da TV Cronópios e fui ao lançamento com a idéia de gravar uma série de depoimentos das pessoas presentes sobre o impacto (ou não??) da literatura beatnik em suas vidas. Digo impacto, pois foi o que eu senti quando li pela primeira vez o livro Uivo, Kadish e outros poemas de Allen Ginsberg, na tradução do Claudio Willer. Nossa… foi demais sentir a alta voltagem que o livro transferia a mim e a meus colegas da “Pirataria Poética”, um grupo de poetas de Bauru, interior de São Paulo nos anos 80.”

Pipol

Cronópios 
(abrindo o documentário do lançamento)

 

GERAÇÃO BEAT – Claudio Willer. L&PM Pocket, Porto Alegre, 2009. Belo livro introdutório sobre a Geração Beat, feito pelo maior conhecedor do assunto no Brasil.

Sergio Cohn

(nas indicações de leitura em Poesia Beat, antologia, Azougue 2012, org. Sergio Cohn)

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2 responses to this post.

  1. o fessô tá causando, é isso! sucesso sempre!

    deixo pra ti um mimo:

    “Eu caminhava, as mãos soltas nos bolsos gastos;
    O meu paletó não era bem o ideal;
    Ia sob o céu, Musa! Teu amante leal;
    Ah! E sonhava mil amores insensatos

    Minha única calça tinha um largo furo.
    Pequeno Polegar, eu tecia no percurso
    Um rosário de rimas. A Grande Ursa,
    O meu albergue, brilhava no céu escuro.

    Sentado na sargeta, só, eu a ouvia
    Nessa noite de setembro em que sentia
    O odor das rosas, que vinho vigoroso!

    Ali, entre inúmeros ombros fantásticos,
    Rimava com a débil lira dos elásticos
    De meus sapatos, e o coração doloroso”

    Beijo!

    Resposta

  2. Posted by Djalma Neto on 21/09/2012 at 00:06

    Obrigado!!!!! Estarei lá, sem dúvida alguma!

    Grande Abraço…

    Djalma

    Resposta

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