A crítica e Geração Beat: atualização

Na página da editora L&PM e aqui, neste blog, há uma série de manifestações favoráveis a meu Geração Beat: citações de artigos em publicações e páginas de internet. Como saíram novos comentários, assim mostrando que o livro continua achando leitores, resolvi atualizá-la. Há mais, na blogosfera e em entrevistas. Espero que meu próximo, Geração Beat e místicas da transgressão, repercuta mais ainda (a impressão que tenho é de, finalmente, ter conseguido escrever um ensaio bom).

GERAÇÃO BEAT – Claudio Willer. L&PM Pocket, Porto Alegre, 2009. Belo livro introdutório sobre a Geração Beat, feito pelo maior conhecedor do assunto no Brasil. Sergio Cohn (nas indicações de leitura de Poesia Beat, Rio de Janeiro: Azougue 2012, org. Sergio Cohn)

Muito bem escrito e pesquisado por Willer, o livro explica porque a geração beat – em sua maioria escritores e artistas dos anos 1950m – recebeu esse nome, além de mostrar como viviam e produziam. Marcos Gomes (Revista Metáfora, nº 13, ano 2, outubro de 2012)

“Esse livrinho (120 págs.) de Willer é indispensável […] Didático e lírico, Geração Beat esmiúça vidas e obras da sacrílega trindade (Burroughs/Kerouac/Ginsberg) e de coadjuvantes essenciais (Lawrence Ferlinghetti, Gregory Corso, Michael McClure, Gary Snyder), além de aproximar a beat da vanguarda de vários países (como o nadaísmo colombiano) e estabelecer pontes entre os norte-americanos e a contracultura brasileira.” Ronaldo Bressane O Estado de S. Paulo, Caderno 2 – http://ronaldobressane.com/2009/06/01/a-volta-dos-boemios/

“Uma história definidora da cultura (contracultura) do século 20. Willer conta essa aventura coletiva no livro Geração beat, que está sendo lançado pela L&PM. Rara oportunidade de o leitor brasileiro tomar contato, em bom português, com uma leitura atenta e sensível sobre a estética beat, suas influências e efeitos. […] Willer conta as histórias desses personagens da vida real em Geração beat. Ele os apresenta a toda uma nova geração de leitores. E preenche lacunas de conhecimento para aqueles que já estão familiarizados com esses nomes.” Bernardo Scartezini – Correio Braziliense, sábado, 27 de junho de 2009

“Com uma escrita leve, de quem há tempos se dedica ao ofício da escrita literária, Willer ensaia uma introdução à geração beat para os brasileiros. […] O mais instigante, porém, é o exercício crítico que Willer propõe. […] A leitura de Geração Beat permite-nos ver certa continuidade entre as margens da América do Norte dos anos 40 e 50 e as margens brasileiras do início dos anos 60. Percebe-se assim como o espaço da consagração literária não é apenas o dos bancos universitários, mas também o pátio, o bar, a rua. Não o centro, a margem.” – Wilson Alves Bezerra – O Globo – Prosa e Verso, em http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2009/08/10/geracao-beat-por-wilson-alves-bezerra-212842.asp

“Entre as opções na minha mesa de trabalho estava o volume da coleção L&PM Pocket Encyclopaedia sobre a Geração Beat […] Claudio Willer não apenas disseca a obra, mas conta a história dos próprios personagens, e esses caras tiveram vidas aventureiras, com experiências radicais que dariam (muitos) filmes. O experimentalismo não era só estético. Era comportamental. Eles foram ao limite da experimentação, inclusive por meio das drogas e do sexo, buscando muitas vezes na degradação uma forma de sublimação e ascese.” Luiz Carlos Merten, emhttp://blogs.estadao.com.br/luiz-carlos-merten/geracao-beat/

O escritor e poeta Claudio Willer, autor de Geração Beat, publicado em 2009, e tradutor de Uivo, Kaddish e Outros Poemas, de Allen Ginsberg, é um dos que crê na força dos beats hoje. “A separação entre cultura instituída e contracultura não é mais tão nítida, a sociedade se abriu afinal, mas movimentos como o Occupy Wall Street são um prolongamento típico do que Ginsberg propunha”, diz. E continua: “O interesse pelo outro, pela natureza e a tolerância à diversidade eram a tônica do movimento beat e agora mobilizam setores amplos da sociedade. Anna Carolina Lementy, Revista Bravo, emhttp://bravonline.abril.com.br/materia/os-herdeiros-da-geracao-beat

“Claudio Willer, com Geração Beat (Porto Alegre: L&PM, 2009) realizou um dos mais instigantes ensaios sobre os autores estadunidenses que maior influência exerceram sobre sua geração de poetas e ficcionistas. […] A geração tem agora, com o ensaio de Claudio Willer, valoroso estudo em língua portuguesa.” Fábio Lucas, Jornal Linguagem Viva, julho de 2009

“Recomendo a leitura de Geração Beat, pois muito aprenderá, é leitura fácil, e mais, os rodapés enriquecem, ilustrando a história. Claudio Willer é um arauto da cultura.” Paulo Veiga, Jornal Linguagem Viva, julho de 2009

Geração Beat é um livro importante porque descreve com competência um movimento importante de poetas cansados da vida moderada, que procuraram um outro tipo de experiência […] É um documento histórico-literário escrito por poeta um que é especialista nesse assunto.” Álvaro Alves de Faria, Joven Pan, 09/06/09, emhttp://jovempan.uol.com.br/comentaristas/noticia/claudio+willer+lanca+geracao+beat-163915,,0

“Foi mesmo um “encontro de beatniks” o evento de lançamento do livro Geração Beat, de Claudio Willer, na livraria Martins Fonte em São Paulo (dia 03/06/2009). Peguei a nova câmera da TV Cronópios e fui ao lançamento com a idéia de gravar uma série de depoimentos das pessoas presentes sobre o impacto (ou não??) da literatura beatnik em suas vidas. Digo impacto, pois foi o que eu senti quando li pela primeira vez o livro Uivo, Kadish e outros poemas de Allen Ginsberg, na tradução do Claudio Willer. Nossa… foi demais sentir a alta voltagem que o livro transferia a mim e a meus colegas da “Pirataria Poética”, um grupo de poetas de Bauru, interior de São Paulo nos anos 80.” Pipol, em Cronópios 
(abrindo o documentário do lançamento)

Conheci Claudio Willer no ano passado em uma palestra na UFPR sobre seu livro Geração Beat. Se eu já tinha uma paixão por esse pessoal e sua literatura, meu interesse ficou ainda mais atiçado pela sua palestra, a ponto de fazer um projeto para doutorado tendo como objeto de pesquisa….a geração beat. Izabel Liviski, Contemporartes, 2 de agosto de 2012, emhttp://revistacontemporartes.blogspot.com.br/2012/08/entrevista-com-claudio-willer.html

Há também as entrevistas a jornais e revistas, como estas:

Folha de Londrina: http://www.lpm-editores.com.br/site/default.asp?TroncoID=805133&SecaoID=816261&SubsecaoID=935305&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=536460

Correio Braziliense: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2012/09/29/interna_diversao_arte,325137/movimento-beat-ajudou-a-deixar-a-sociedade-mais-moderna-diz-claudio-willer.shtml

(e haverá mais, espero)

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2 responses to this post.

  1. Geração Beat é um livro de bolso, mas de grande estatura. Imperdível!

    Resposta

  2. Posted by Wilson Ossoguju on 25/10/2012 at 07:24

    Olá, Cláudio, tem previsão de lançamento o “Geração Beat e místicas da transgressão”? Sairá pela L&PM?
    Abraço!

    Resposta

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