Sobre a década de 1960 e os poetas “novíssimos”

Duas visões, dois modos de examinar.

O meu (revista Cult nº 76, janeiro de 2004 – a revista pediu-me que comparasse com nosso modernismo de 22, em um dossiê sobre movimentos literários):

http://revistacult.uol.com.br/home/2010/03/dias-circulares/

O de Álvaro Alves de Faria, recentemente, em seu blog (a 06/11/2012):

http://blogs.jovempan.uol.com.br/poeta/geracao-60-de-poetas-de-sao-paulo/

Comparem. Serve arriscar diagnósticos.

Há também a extensa entrevista que Roberto Piva fez comigo em 1997, em uma série coordenada por Roberto Bicelli na Funarte – felizmente, foi transcrita, salvei o arquivo e mais tarde o publiquei na revista Agulha – sairá em livro, em breve, na edição dos meus manifestos pela Azougue. Com o foco mais definido, especifica quem era amigo de quem, de quem tomávamos conhecimento, ou não:

http://www.revista.agulha.nom.br/ag34willer.htm

Há mais. Manuais de história da literatura – teses e dissertações – ensaios, artigos e entrevistas – documentários – espetáculos. Não fui eu. Criadores, pesquisadores e seus critérios de escolha e afinidades devem ser respeitados. Não podem ser alvo do ressentimento de quem se considera excluído. Não ser convidado para a festa – isso acontece, reclamar é perda de tempo.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: