Novidades editoriais – inclusive a nova edição do ‘Geração Beat’ – e algo sobre memória cultural

geracaobeat_9788525418272_mGeração Beat, L&PM Pocket, lançado em 2009, estava esgotado após vender 7.200 exemplares da primeira edição e reimpressão. Voltou. Há nova edição, conforme a página da L&PM:
http://www.lpm.com.br/site/default.asp?Template=../livros/layout_produto.asp&CategoriaID=736390&ID=809064

Encontrará novos leitores. Tenho notícias da formação de grupos interessados no assunto. Até mesmo da proposta de proclamar Canoas, RS, “Cidade Beat”, com programação de eventos e manifestações. Tomara que dê certo. Irei.
Havia publicado aqui a recepção pela crítica:
http://www.lpm-editores.com.br/site/default.asp?TroncoID=805133&SecaoID=816261&SubsecaoID=935305&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=514745
Também preparei post com a recepção do Os rebeldes: Geração Beat e anarquismo místico (L&PM) –agora também disponível em e-book:
https://claudiowiller.wordpress.com/2014/08/24/materias-sobre-os-rebeldes-geracao-beat-e-anarquismo-mistico-atualizando-a-boa-recepcao/
Posso me queixar da falta de muita coisa – mas não de elogios ao que escrevo, por gente qualificada.
Divulgarei as próximas materializações para tratar do assunto – palestras e cursos. Aguardem.
Alô alô, editores: quero publicar um livro sobre surrealismo. Também encontrará leitores. Quanto ao próximo de poesia, A verdadeira história do século 20, deverá sair antes em Portugal. Acho elegante ser publicado em uma coleção intitulada Cadernos Surrealistas (da Apenas Livros)
Acabou de sair vídeo da entrevista comigo no projeto Memória Oral da Biblioteca Mário de Andrade, de 2005:

Falei durante duas horas. Também pode ser lido, em http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/upload/Depoimento_Claudio_Willer_1253570255.pdf
No mesmo blocão de Youtube, entrevistas com Massao Ohno (raridade, não gostava muito de falar), Ugo Giorgetti e outros protagonistas culturais.
Entrevista comigo foi conduzida por Daisy Perelmutter, que cuidava de programação cultural na Biblioteca. Deveriam ter creditado. Deveriam ter creditado todo mundo que fez ou foi responsável por ser feito, prefeito Serra, sec. de cultura Calil, diretor da Biblioteca Luis Francisco Carvalho Filho, a Daisy, a outra moça que entrevistou o Massao, todos. Isso também é memória cultural. E poderiam dizer quem pôs no ar agora (gestão Juca ou Nabil? quem está na Biblioteca?). Quando coordenava programação cultural na Secretaria, sempre creditava no material de divulgação. As menções protocolares, os prefeitos de então, secretário Konder, obviamente eu, coordenador contratado se houvesse, mais o Luiz, a Dora, o Rubinho, quem estivesse naquele projeto. Nomear quem trabalha é profissionalismo. Acho que administrações brasileiras obliteram quem veio antes. Ainda bem que resgataram o material desse projeto Memória Oral.

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2 responses to this post.

  1. Oba! Mais Willers para a coleção. Aguardando novas palestras e oficinas também!

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