O livro ‘Ásperos perfumes’, com meu ensaio sobre criação poética e algumas drogas

Asperos Perfumes Capa

“A criação poética e algumas drogas”, ensaio em Ásperos perfumes, organizado por Fábio Ferreira de Almeida, Goiânia: Edições Ricochete, 2015. É o texto apresentado em palestra do IX Colóquio de Filosofia e Literatura, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, GO, maio de 2014.

Meu exame mais detalhado do tema. As comparações entre o que aconteceu com Baudelaire e Ginsberg, o paralelo dos Lake Poets, Jeune France e beats, acho que adicionei e desta vez consegui publicar um ensaio bom.

A coletânea toda é substanciosa, informativa e provocativa. Já está disponível pelo site da editora, www.edicoes-ricochete.com e Estante Virtual. Deverá pousar também em livrarias. É o mesmo organizador e mesma editora de Tempo de Lautréamont, onde saiu meu “Lautréamont, leitor de Baudelaire”, ano passado.

Veja o índice de Ásperos perfumes e digam se não dá vontade de ler tudo:

Sumário

 Apresentação

Fábio Ferreira de Almeida

 

A criação poética e algumas drogas

Claudio Willer

 

A flor de Coleridge

O culto romântico do sonho e o ópio

Alípio Correia de Franca Neto

 

Hiperfísica da dor

Ana Chiara

 

O drogado quer gozar?

Devir e corpo-drogado

Daniel Lins

 

Literatura, o álcool, a obra

José Ternes

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4 responses to this post.

  1. Posted by Fábio Ferreira de Almeida on 25/05/2015 at 11:59

    Valeu Willer. Esperemos as ressonâncias e repercussões. Forte abraço. Fábio

    Responder

  2. Posted by Célia Musilli on 25/05/2015 at 12:10

    Vi uma parte disso na sua palestra na PUC, se não me engano. Quero ler inteiro.

    Responder

  3. Posted by elizabethmydear on 07/06/2015 at 23:28

    Ótimo.

    O artigo sobre Coleridge também parece muito bom.

    Inclusive falando em Coleridge depois te passo o livro dele sobre o demônico pra fazer companhia com o do Goethe, do Walter Benjamin – lançado em tradução brasileira há poucas semanas este ensaio integra o livro A potência do pensamento do Giorgio Agamben – Agamben dialoga com o livro de Gerschom Scholem sobre o Anjo de Klee e das teses da história de Benjamin. No texto de Agambem ele põe em discussão o que ficou definido no livro de Scholem:
    Agesilaus Santander = Der Angelus Satanas. Para Agamben o Anjo termina estando mais relacionado a Eros.

    Abraço
    Mauro

    Responder

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