J. J. Veiga reeditado: uma boa notícia

jose-j-veiga

Conforme bem comentado por Wilson Alves-Bezerra no Estadão de hoje, 18/07:

http://cultura.estadao.com.br/noticias/literatura,o-potencial-de-inquietacao-das-obras-de-jose-j-veiga,1727467

Por um viés positivista, o Brasil lê mal alguns narradores que fogem ao paradigma estritamente realista: Campos de Carvalho, Dyonelio Machado, Murilo Rubião, Rosário Fusco e J. J. Veiga. Por isso, não constamos como criadores do “realismo mágico” ou “fantástico” na América Latina, como bem observa Wilson, a propósito de A hora dos ruminantes ser de 1966.

Meu predileto dele é Os pecados da tribo. Bela figura, J. J. Veiga. Participou conosco de um congresso de escritores em Lisboa, em 1989. O dinheiro da ajuda de custo, gastou-o todo em uma fiambreria, uma loja de frios portugueses, encheu uma mala de presuntos, lingüiças, queijos e outros acepipes. Encontrei-o alguns anos depois em outro encontro de escritores, em Goiânia, contou-me sobre Mendes Fradique, o autor do “método confuso” (atualíssimo) a quem conhecera quando jovem – outro que precisa de reedição.

Observem que este caderno do Estadão também trata de Número Zero de Umberto Eco. Estou terminando de ler. Sobre teorias conspiratórias, assim como o anterior O cemitério de Praga, que já comentei e recomendei aqui. Aplica-se à quantidade de maníacos irresponsáveis na blogosfera. Nunca as explicações de acontecimentos políticos através de supostas conspirações proliferaram em tal grau.

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