Pensar o Brasil: poesia, reflexão e criação. Palestras no Teatro do Incêndio

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Começa dia 07 de agosto, sexta feira, o ciclo Pensar o Brasil, uma série de oito palestras, todas as sextas feiras. Idealizado por Marcelo Marcus Fonseca, produzido pelo Teatro do Incêndio, com minha coordenação.

Convidei ótimos especialistas . Darei três das palestras, focalizando poetas e visões originais do Brasil. Inclusive examinando nossos simbolistas, que, para alguns críticos, não foram suficientemente “brasileiros”.

DATAS: às sextas feiras, dias 07 de agosto a 25 de setembro de 2015. HORÁRIO: das 20 às 22h. LOCAL: Teatro do Incêndio, Rua Treze de Maio 53, São Paulo, tel. (11) 2609-3730. ORGANIZAÇÃO E PROMOÇÃO: Teatro do Incêndio, com apoio do Programa de Fomento ao Teatro da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. A programação completa, com informação sobre os conferencistas:

  TEMAS E CONFERENCISTAS:

  1. 07 de agosto. Marcelo Marcus Fonseca e convidados: A Travessia dos Orixás – África-Brasil;
  2. 14 de agosto. Roberto Bicelli: A Teoria de São Paulo: a metrópole e a raiz oculta na velocidade;
  3. 21 de agosto. Betty Milan. Isso é o pais? Atualidade de seus ensaios e artigos, examinando interpretações e “explicações” do Brasil.
  4. 28 de agosto: Pedro Cesarino. As teorias do Brasil: Darcy Ribeiro e outras contribuições relevantes–
  5. 04 de setembro. Claudio Willer: Simbolismo e sintonia com a unidade cósmica: Cruz e Souza: outros simbolistas e o modo como apresentaram o Brasil;
  6. 11 de setembro. Sérgio Medeiros: Xamanismo e os Deuses da Mata: a poesia e os índios brasileiros
  7. 18 de setembro. Claudio Willer: Jorge de Lima, surrealista, neobarroco e místico; o poeta e a defesa da diversidade cultural
  8. 25 de setembro. Claudio Willer :Todas as cores em uma só língua: cromatismo, imagens e criação de vocábulos em Guimarães Rosa, Manoel de Barros e outros criadores

OS CONFERENCISTAS: BETTY MILAN é paulista. Autora de romances, ensaios, crônicas e peças de teatro. Suas obras também foram publicadas na França, Argentina e China. Colaborou nos principais jornais brasileiros e  foi colunista da Veja. Trabalhou para o Parlamento Internacional dos Escritores, sediado em Estrasburgo, na França. Foi convidada de honra do Salão do Livro de Paris, cujo tema era o Brasil. Representou o Brasil na Miami International Fairbook em 2014.  Formou-se em medicina pela Universidade de São Paulo e especializou-se em psicanálise na França com Jacques Lacan. CLAUDIO WILLER é poeta, ensaísta e tradutor, identificado ao surrealismo, geração beat e outras rebeliões poéticas . Publicações recentes, Os rebeldes: Geração Beat e anarquismo místico; Manifestos – 1964-2010; Um obscuro encanto: gnose, gnosticismo e poesia; Geração Beat; Estranhas Experiências, poesia. Traduziu Lautréamont, Ginsberg, Kerouac e Artaud, entre outros. Doutor em Letras na USP, onde fez pós-doutorado. Mais em https://claudiowiller.wordpress.com/about MARCELO MARCUS FONSECA é ator, diretor de teatro e dramaturgo, responsável por uma quantidade de encenações, desde O Balcão” (1997), versão da peça de Jean Genet, até Pano de Boca, em cartaz. Também poeta e sambista, responsável por uma vasta pesquisa de resgate de sambas pouco conhecidos do grande público. É fundador do grupo Teatro do Incêndio. Tem dois livros lançados pela editora Kazuá, ‘Da Terra O Paraíso’ (2012), prosa poética surrealista, e ‘De Dionísio Para Koré’ (2013), poemas temáticos sobre o mito de Baco e Perséfone. PEDRO DE NIEMEYER CESARINO é mestre e doutor em antropologia social pelo Museu Nacional/ UFRJ. Desenvolve pesquisas em etnologia indígena, com ênfase em estudos sobre xamanismo, cosmologia, tradições orais, tradução e antropologia da arte. Pós-doutorado noDepartamento de Letras da Universidade de São Paulo (2008-2010). Foi Professor-Adjunto de Antropologia da Arte no Departamento de História da Arte da Universidade Federal de São Paulo. É professor do Departamento de Antropologia da FFLCH/USP. Publicou Oniska – poética do xamanismo na Amazônia Quando a Terra deixou de falar – cantos da mitologia marubo, entre outros artigos e textos literários. ROBERTO BICELLI é formado em Letras, com especialização em Literatura Brasileira e em Gestão Cultural. Foi coordenador adjunto ou interino na Fundação Nacional de Artes- Funarte em diversos períodos. Publicou: Antes que eu me esqueça, poesia, O colecionador de Palavras, romance juvenil, e Ego Trip, diário de viagem. Participa, a partir dos anos sessenta, de inúmeras ações culturais junto ao público interessado em artes, especialmente literatura, teatro, performance e dança. SÉRGIO MEDEIROS  é poeta, tradutor, ensaísta e professor titular no Departamento de Língua e Literatura Vernáculas da UFSC, cuja editora dirige. Realizou pesquisa sobre o poema maia Popol Vuh, que traduziu em colaboração com Gordon Brotherston; sobre outros mitos indígenas; a obra do Visconde de Taunay, Sua obra poética inspirada no “pensamento selvagem” e no totemismo, inclui Totens e o poema dramático O fim de tarde de uma alma com fome, inspirado em lendas indígenas e no teatro nô, Publicou outras traduções importantes, colaborou em filmes. Coedita o jornal on-line Qorpus.

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