Alguns leitores de “A verdadeira história do século 20”

Além de comentários, foram postados no Facebook trechos do meu livro, fotografados ou copiados com scanner. Aprecio, assim como ser lido em voz alta. O leitor sempre acrescenta à nossa percepção do poema. Reproduzo imagens e comentários, concluindo com aquele de um leitor da edição de Portugal. O livro pode ser adquirido em  http://www.editoracorrego.com.br/produto/a-verdadeira-historia-do-seculo-20/

Breno CB:

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Maira Calixto Varela de Freitas: “Ler Claudio Willer é lâmina cortante, faz você adentrar o desconhecido.”

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Elvio Fernandes Gonçalves Junior: “Poemas iniciados com frases assim, permeados de tons confessionais e surreais, convites ao mistério, ao oculto e ao mágico, só vi em tal intensidade na obra de Willer”

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Rudinei Borges:

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Renata D’Elia:

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Ethel Naomi: um pedacinho do poema do Claudio Willer: contar as fábulas/expressar a perversa paixão devoradora  quando o poema não tem mais forma  e o prazer não tem limites  como uma fria Lâmina de luz como um ramalhete de éter como um fantasma a caminhar na ponta dos pés como uma voz sem objeto

Paula Valéria Andrade: “sim- você ouviu tantas vozes e soube soletrá-las com tamanha gravidade  a rouca voz da transparência e os timbres aveludadas da folhagem o turbilhão. ”

Rudi Tedeschi Jr: “Parabéns, Claudio Willer, por sempre tornares, na tua poesia, tão transparentes os navios e simples os telefonemas”

Antonio Carlos Fester: “Cláudio Willer tange versos de transrazão no portal do mar provocando um reconhecimento, uma sintonia de coisas em comum. Luta pelas transformações das estruturas e formas de vida e não só dos meios de governo e dominação.

O comentário de um leitor da edição de Portugal (Apenas livros, 2015): “quando nada mais resta a não ser a impressão de que viver foi inútil / e de que morrer é algo totalmente idiota. ‘Pronto, fiquei angustiado – muito obrigado. Um chute nas bolas do meu espírito, em cheio. Algo está comendo os meus olhos. Que ínterim!” É claro que não pretendo deixar leitores angustiados ou aflitos; basta-me que apreciem os poemas. Mas gostei, mesmo assim, do comentário

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