Minha palestra ou ‘masterclass’ sobre Geração Beat

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Quando: dia 07 de janeiro, sábado, das 17h30 às 19h30.

Onde: Centro Cultural do Banco do Brasil, Rua Álvares Penteado, 112 – São Paulo (SP) (11) 3113-3651

Faz parte da mostra Cinema Geração Beat, organizada por Roberta Sauerbronn e equipe da Saraguina Filmes. Estará em cartaz dos dias 06 a 29 de janeiro, nessa instituição.

A programação – enorme, diversificada, com raridades de permeio a filmes mais conhecidos – está aqui: http://culturabancodobrasil.com.br/portal/geracao-beat-2/

Em seguida, tudo isso será apresentado no Rio de Janeiro, também no CCBB, ao longo do mês de fevereiro – inclusive nova palestra minha, dia 11 de fevereiro.

A imagem que ilustra este post é de uma palestra equivalente no CCBB, porém em Brasília, em julho deste ano. Reparem não só no auditório lotado, mas na atenção do público. Gostei.

A propósito de auditório lotado: ingressos serão distribuídos com uma hora de antecedência, pela ordem de chegada. Em Brasília, amigos vieram assistir, porém não havia mais lugar.

A propósito da programação: reúne desde filmes mais notórios, inclusive o de Walter Salles, a raridades e preciosidades – como Chappaqua e outros experimentos relacionados a Burroughs. Serei visto em algumas das sessões, inclusive na abertura.

Gostei muito da escolha de The Magic Trip para abrir. É o registro dos tomadores de LSD liderados por Ken Kesey, os “merry pranksters” que atravessaram os Estados Unidos no ônibus com Neal Cassady ao volante. Acho comovente em sua pureza. Saíram levando equipamento de filmagem profissional, mas sem noção de como operá-lo. Então, o começo é muito confuso (mas registra o episódio da garota que tomou LSD demais, tirou a roupa, saiu estrada afora e teve que ser mandada de volta para casa). Vai se refinando, ganhando em precisão ao longo da epopéia, até o ponto culminante, o encontro com Ginsberg e Kerouac na Feira de Nova York. Ainda há lindas cenas no Canadá, precedendo o revertério da volta à Califórnia para enfrentar uma campanha contra o LSD. Prodígio de edição, as 32 horas rodadas convertidas em um longa normal.

Esse e outros filmes – inclusive o de Walter Salles que precede minha palestra – eu pretendo comentar na hora de conversar / debater com o público. Antes, darei sugestões de leitura e interpretações de Kerouac, apresentando motivos para considerá-lo um escritor extraordinário – além de outros tópicos relacionados á Beat.

De tudo que publiquei sobre Kerouac, Ginsberg & friends, separei esta resenha de O livro de Jack, que saiu na Ilustríssima uns três anos atrás: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/12/1381731-kerouac-o-biografavel.shtml

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