NO PROGRAMA ‘COMTEXTO’ DO CANAL ARTE 1

CLAUDIO WILLER A

Entrevistado por Manuel da Costa Pinto.  Este domingo, dia 06 de outubro, às 20h30, no canal Arte1. Com reapresentações. A mensagem que recebi da produção do programa: Olá, Claudio, tudo bem? O programa que gravamos com você irá ao ar no domingo dia 06/10, às 20h30, como inédito. Depois teremos reprises: terça-feira às 10h, quarta-feira às 14h, quinta-feira às 22h e sábado às 02h. A partir da quarta-feira 09/10 até 16/10 você consegue assistir na sessão Degustação do Arte 1 Play. Após essa data continuará disponível, porém apenas para assinantes. Você pode acessar baixando o app ou pelo site https://arte1play.com.br/?fbclid=IwAR1jWeU2PWxnqz90OPDJ_IU3A0gaEDGuySj7kqPMipPJ9PR2Wk8VQEV_ACA

O foco, principalmente, será meu recente Dias ácidos, noites lisérgicas (Córrego). Manuel fez perguntas estimulantes e provocativas.

Observem bem no centro da boa imagem que a produção do programa me enviou, um intelectual contemporâneo brasileiro, muito conhecido. Conseguem identificar? Participou.

A SESSÃO DE AUTÓGRAFOS DO FINAL DA TERCEIRA EDIÇÃO DE ‘VOLTA’:

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Informa poesia Primata, que me ajuda a organizar / divulgar:

ONDE – SEBO CLEPSIDRA, R. Fortunato, 117, Santa Cecilia
QUANDO – DIA 29/08, a partir das 18h30

Contrariamente ao corriqueiro, Claudio Willer, além de lançar seu livro quando de sua publicação, fará uma sessão de autógrafos comemorando o fim da terceira edição de sua obra “Volta” (publicado pela primeira vez em 1996).

Não perca a oportunidade de garantir seu exemplar deste livro indispensável para a biblioteca de todxs amantes da literatura, surrealismo, e do próprio Willer. Restam apenas 100 unidades!

Nas palavras do poeta, “Volta” é uma narrativa em que visto a capa do memorialismo. “Bem no tom surrealista, Willer fala mais de sua obra: “Bastante sobre acaso objetivo. Prosa poética, alguma poesia também. Relatos de episódios estranhos. Alguns episódios narrados se mostraram, como diria, antecipatórios? Sim, o que escrevi sobre gnosticismo (não sabia que iria pesquisar) e ocultismo. Outros relatam acontecimentos que merecem ser evocados. Algo sobre cultura de resistência (tem mais neste meu último livro).

E nas palavras de seu editor (Iluminuras): “À maneira de André Breton, em seu ‘Nadja’, Willer nos faz andar pelas ruas de São Paulo ou Paris, pelos meandros da memória, num relato que mescla os gêneros e cria uma narrativa sem igual na literatura
brasileira.”

Meus agradecimentos a Samuel León / Ilçuminuras, Clepsidra, Macaio / Poesia Primata.

VENHAM.

DATA TRANSFERIDA: UMA SESSÃO DE AUTÓGRAFOS DO FINAL DA TERCEIRA EDIÇÃO DE ‘VOLTA’

Volta 1

INFORMAREI QUANDO EM NOVO POST. É que esta semana não estou bem ou a semana que não está bem, ou algo assim. Original, não acham? O normal – e que sempre fiz – é sessão de autógrafos de lançamento, do início da edição. Pois resolvi fazer o contrário: comemorar o final da terceira edição, autografando os últimos 100 exemplares remanescentes. É que livros meus atraíram leitores com o tempo. Pessoas procurando Anotações para um Apocalipse, de 1964, em sebos, ou pedindo poemas para publicação. Um obscuro encanto: gnose, gnosticismo e poesia moderna, de 2010, tenho notícias de que continua sendo lido e estudado. Quanto a Volta, narrativa publicada em 1996, ganhou relevo através de comparações com este recente Dias ácidos, noites lisérgicas, de evocações, crônicas, relatos, poesia.

QUANDO: Dia 22 de agosto, quinta-feira, a partir das 18h30.

ONDE: Sebo Clepsidra Fortunato, à Rua Fortunato, 117 – São Paulo – SP, 01224-030 (metrô Santa Cecília)

O QUE É: Narrativa, em que visto a capa do memorialismo. Bastante sobre acaso objetivo. Alguns episódios narrados se mostraram, como diria, antecipatórios? Sim, o que escrevi sobre gnosticismo (não sabia que iria pesquisar) e ocultismo. Outros relatam acontecimentos que merecem ser evocados. Algo sobre cultura de resistência (tem mais neste meu último livro). INFORMA O EDITOR:            À maneira de André Breton, em seu Nadja, Willer nos faz andar pelas ruas de São Paulo ou Paris, pelos meandros da memória, num relato que mescla os gêneros e cria uma narrativa sem igual na literatura brasileira.

Agradeço a colaboração de Samuel León da Iluminuras, de Cid Vale Ferreira da Clepsidra. Resultados serão a meu favor. Haverá outros livros meus. E atrações, artistas convidados.

GERAÇÃO BEAT EM PRESIDENTE PRUDENTE: PALESTRA

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Geração Beat e contracultura são temas que estão sendo atualizados, pela contribuição literária de Allen Ginsberg, Jack Kerouac (criador da expressão Beat Generation), William Burroughs, Gregory Corso e amigos, sem esquecer a importante participação de mulheres, desde Edie Parker e Joan Vollmer até Diane di Prima e Ann Waldman. E pelo modo como inspiraram uma contracultura, uma rebelião mundial de jovens. Para minha satisfação, sucedem-se convites, por ser bibliografia brasileira, tradutor de Ginsberg e Kerouac, e autor de livros e ensaios sobre o tema. Desta vez, em Presidente Prudente (faz anos que não vou lá…!), convidado pelo SESC local. Falarei sobre o impacto provocado por Ginsberg e sobre a qualidade, nem sempre reconhecida, de Kerouac, entre outros tópicos.

Agradeço avisarem interessados de Presidente Prudente e região.

INFORMA O SESC:

  • Dia 14 de agosto, quarta-feira
  • LOCAL: AUDITÓRIO do CENTRO CULTURAL MATARAZZO – R. Quintino Bocaiúva, 749 – Vila Marcondes, Pres. Prudente – SP, 19030-190
  • HORÁRIO: 19h30 até 21h30.
  • GERAÇÃO BEAT
  • PALESTRA COM CLÁUDIO WILLER, poeta, ensaísta e tradutor. Doutor em Letras pela FFLCH-USP, na área de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa/2008 e Pós-doutor em Letras pela FFLCH-USP/2011.
  • O autor de livros como Geração Beat (L&PM, 2009), Os rebeldes: Geração Beat e anarquismo místico (L&PM, 2014) e Dias ácidos, noites lisérgicas (Córrego, 2019); e tradutor dos autores beat, Allen Guinsberg (Uivo e outros poemas, L&PM) e Jack Kerouac (Livro de haicais, L&PM) apresenta ao público um panorama sobre autores da chamada geração beat, o contexto e suas principais características.

“UMA CELEBRAÇÃO PARA CLAUDIO WILLER” SERÁ UM ACONTECIMENTO EXTRAORDINÁRIO

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Um grupo de autores contemporâneos brasileiros decidiu promover uma grande sessão de autógrafos, com o resultado a meu favor. Haverá apresentação de grupos musicais e sarau, leitura de poemas. A iniciativa me agrada muito, pois tem valor CULTURAL. Mostrará obras de poetas e prosadores contemporâneos merecedores de atenção e ampliação dos leitores. Incluirá desde obras que acabam de ser lançadas até raridades, edições de Massao Ohno na década de 1980. A ideia de Gledson Souza, autor de Fantasmas, cresceu no âmbito de um grupo de Whats App chamado Gangue Willeriana, com uma atuação decisiva de Luís Perdiz da Poesia Primata, devidamente assistido por Roberto Bicelli, Gabriel Kolyniak e outros amigos. Obteve imediata adesão de três dezenas de poetas e prosadores, além dos grupos musicais. Os preços dos livros variam de R$ 20,00 a R$ 50,00. Quem adquirir livros ganha um fac símile de manuscrito meu.
Onde: Saguão de entrada da Funarte SP, Alameda Nothmann 1058, Campos Eliseos, São Paulo.
Quando: Dia 27 de julho, sábado, das 15 às 18 hs.

VENHAM. AJUDEM A DIVULGAR. Quero encontrar amigos leitores. Detalhes em “eventos” de Facebook, em https://www.facebook.com/events/463365700876722/

PROGRAMAÇÃO:

APRESENTAÇÕES MUSICAIS:

Estranhos no ninho
Triple Trouple Blues
Luciano Garcez

AUTORES E OBRAS:

André Boccato: E nós… que queríamos ser poetas…

Antonio Carlos Ribeiro Fester: Justiça e Paz: Memórias da comissão de São Paulo

Benedito Bergamo: E ou
                         Para onde vão os sapatos

Beth Brait Alvim: A febre e a mariposa
                             Visões do medo

Celso de Alencar: Sete

Claudio Willer: A verdadeira história do século 20
                           Dias ácidos, noites lisérgicas
Volta

Daniel Wachowicz: As musas estão esmagadas no asfalto
                                  Tempo de penhasco

Diogo Cardoso: Paisagens e pântanos

Fátima Brito: Segredos e Prazeres

Fernando Naporano: A coerência das águas
A educação de Vera
Detestável liberdade
A respiração da rosa
Os anjos não sabem morrer
Scarlet Sin

Gabriel Felipe Jacomei: Deflora

Gledson Souza: Fantasmas

John Gould Fletcher (tradutores: Anderson Lucarezi e Lucas Zaparolli de Agustini): Gravuras Japonesas

José Antonio Gonçalves: Cavernas, Arenitos e Poemas

Juan Sanz Hernandez: Biografia a três
                                         Horas queridas

Leonardo Chagas: Cosmos / cacos

Luciano Garcez: Kleine Faust
                              Salutz a Uma Dama Moura

Luís Perdiz: Visão Incurável

Macaio Poetônio: Os bares do Estado

Malu F. Alves: Eumênides de aluguel

Marco Aqueiva: O Azul versus o Cinza

Matheus Chiaratti: Budu

Mauro Jorge Santos: Pothos

Paula Valéria Andrade: Amores líquidos e cenas
                                           A Pandemia da Invisibilidade do Ser
                                            O Universo de nós (2) dois

Pedro Tostes: Na casamata de si

Rita Medusa: Hipnose para um incêndio

Roberto Bicelli: Antes que eu me esqueça

Roger Willian: Pirilampo

Vinicius Comoti: Leite com manga
                               O futum das birelas
Well Souza: O Monstro E Seus Vazios

Wilson Alves Bezerra: Malangue Malanga

NOVO CURSO DE SURREALISMO, NO PRÓXIMO DIA 18

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Escolhi retomar após pedir sugestões. Surrealismo foi o tema mais recomendado. Pessoas querem mais. Ótimo. Começaremos dia 18 de junho. Das 19 às 21 h. Na Clepsidra Fortunato / O Corvo – Burger & Beer – Rua Fortunato 119, Santa Cecília, CEP 01224-030. Agradeço ao pessoal do ativo Sebo Clepsidra, a Luís Perdiz e demais integrantes de poesia Primata. Instruções para inscrição, a seguir neste post. Quem disser o que é esta ilustração e qual a relação com surrealismo receberá desconto adicional.

Além de detalhar tópicos examinados em outros cursos, terei novidades. Vejam o programa a seguir.

SOBRE O CURSO
O curso combinará tópicos tratados em outras ocasiões, como Surrealismo – Poesia e poética, acrescido de resultados através de novas pesquisas e do que aprendi dando palestras e escrevendo a respeito. A cada sessão, haverá projeção de imagens por datashow e distribuição das sinopses.
Entre outros tópicos, serão abordados:

1- Surrealismo e cidade. “Nenhum, rosto é tão surrealista quanto o rosto de uma cidade”, disse Walter Benjamin. O que significa isso? Como é ser surrealista em São Paulo? Quais poderiam ser as relações desta metrópole com surrealismo? Arquiteturas surrealistas, aqui e em outros lugares.

2- Surrealismo e o retorno do arcaico: sociedades tribais, xamãs, magia, arte dos “primitivos”. Da Melanésia ao Brasil.

3 – Surrealismo, loucura, criação poética e visual. O valor estético da loucura. A autenticidade do artista louco, segundo Breton. “Arte bruta” e tópicos relacionados. Paranoia crítica.

4- Recriar tradições, reler a História: “asiaticismo” e “maneirismo” de Gustav R. Hocke; “tradição da ruptura” de Octavio Paz. Rebelião romântica e sua permanência. Novas tradições, novas visões da literatura, artes e outros campos a partir da visão surrealista. Inventores desenfreados. Descobrindo autores, artistas e personagens.

5 – Surrealismo em criadores brasileiros: Campos de Carvalho, Manoel de Barros, Jorge de Lima, Murilo Mendes, Roberto Piva, Maria Martins e outros.

6- Surrealismo e cinema: um tema infinito; um labirinto a ser percorrido; um mundo por descobrir.

INFORMAÇÕES GERAIS

Inscrições: Enviar e-mail para editoraprimata@gmail.com, com assunto (título) “Curso Willer” e as informações: nome, e-mail e telefone no corpo do e-mail. É também possível realizá-la via telefone ou Whatsapp: 19 996595144. Falar com Luís Perdiz.

Data e horário: Terças-feiras, das 19:00 às 21:00 horas. Dias 18/06, 25/06, 02/07, 16/07 23/07 e 30/07.

Investimento: R$ 30,00 por data ou R$ 120,00 pelo pacote com todos os 6 dias de curso.

Também está em Eventos de Facebook, em https://www.facebook.com/events/2301693106753302/

E na página da Poesia Primata: http://www.poesiaprimata.com/visoes-do-surrealismo-curso-com-claudio-willer/

Dias ácidos, noites lisérgicas na Casa das Rosas: depoimentos e autógrafos

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Decidi fazer uma présentation no estilo europeu deste meu novo livro, Dias ácidos, noites lisérgicas (Córrego, 2019), composto por relatos, crônicas e poesia. Convidei dois dentre meus bons leitores para dizerem algo a respeito: Beth Brait Alvim e Contador Borges. Ambos, conhecidos e reconhecidos. Poetas, com uma produção copiosa. Beth também tem uma ampla atuação como administradora e animadora cultural, desde São José dos Campos até o SESC do Bom Retiro, passando por Diadema e outros lugares. Contador Borges também é um tradutor importante– Nerval, Sade, René Char – além de dramaturgo, psicanalista, professor de filosofia. Sabem.

Onde: CASA DAS ROSAS, ESPAÇO HAROLDO DE CAMPOS DE POESIA E LITERATURA +55 (11) 3285.6986 | 3288.9447 • contato@casadasrosas.org.br Av. Paulista, 37 • Bela Vista • CEP 01311-902 • São Paulo • Brasil.

Quando: Dia 06 de junho, a próxima quinta-feira, das 18h00 (18h20, digamos, respeitando o atraso protocolar brasileiro – mas estarei lá para autografar desde as 18 h) até as 21h10 (Beth e Contador falarão das 19h10, acho, até as 20h10). (Já disse em outra ocasião que acho horários redondos burocráticos)

Informa a Casa das Rosas em http://www.casadasrosas.org.br/agenda/dias-cidos-noites-lisrgicas-: Título: Dias ácidos, noites lisérgicas. Autor: Claudio Willer. Editora Córrego. A nova coletânea de crônicas, evocações e prosas poéticas do poeta, ensaísta e tradutor Claudio Willer suscitou comentários entusiásticos de quem já leu esse livro. Dela não estão ausentes relatos de transgressões, inclusive aquelas sugeridas pelo título. O autor informa que reaproveitou algumas anotações em cadernos, ampliando-as, e adicionou novas narrativas; e que seu critério foi, em primeira instância, literário. Alguns episódios relatados podem ser relacionados à Contracultura, no Brasil e em outras partes do mundo: um tema que vem recuperando atualidade e interesse na presente conjuntura. Para ocasião, foi programada uma sessão de autógrafos e apresentação do livro, contando também com depoimentos de Beth Brait Alvim e Contador Borges.

 

Sobre o livro: Tem 130 páginas e será vendido a R$ 40,00.

Imagem: de um lançamento anterior meu, de 2016, também na Casa das Rosas.