Archive for the ‘Notícias, Novidades e Agitações’ Category

VAMOS APOIAR AS MOBILIZAÇÕES CONTRA A CENSURA, DIANTE DO RECRUDESCIMENTO DA BOÇALIDADE

Em 1982, eu era secretário geral da UBE e participei da formação de um Comitê conta a censura, junto com dirigentes de associações, artistas e intelectuais. Lembro-me que também estavam João Batista de Andrade, Ester Goes, Ligia de Paula, Sergio Mamberti, Glauco Pinto de Morais, entre outros.

Em 1988, eu presidia a UBE. Fiz parte de outro comitê, com a incansável Graça Berman e outros artistas, que foi a Brasília levar as propostas referentes á Cultura para a Assembleia Constituinte. Todas incorporadas à Constituição. Inclusive ou principalmente o fim da censura.

QUE COISA…! Décadas depois, ter que começar tudo de novo … !!!

Isso, porque grupos suspeitíssimos têm atacado manifestações artísticas. Querem revogar a garantia constitucional da liberdade de expressão, restaurando a censura.

É preciso que os setores sadios da sociedade reajam.

Este domingo, dia 8 – quando teria sido o encerramento do “Queermuseum” em Porto Alegre, não fosse a covardia da instituição patrocinadora – haverá duas manifestações importantes em São Paulo. Comparecerei a ambas.

Uma delas, “Vamos todos ao MAM”, será no Parque Ibirapuera, a partir das 13 h. Desagravo em face das agressões ao museu e da tentativa – mal sucedida – de encerrar a exposição “Brasil em multiplicação”, por causa da performance “La bête”, de Wagner Schwartz. Mais, nesta notícia: https://www.revistaforum.com.br/2017/10/02/milhares-prometem-ficar-nus-em-ato-em-frente-ao-museu-de-arte-moderna-de-sp/ .

A outra é o Festival da Arte Degenerada, a partir das 15 horas, na Rua Ana Cintra e imediações. A esta, não só comparecerei, mas lerei algo. Transcrevo o informe preparado pelos organizadores:

Festival da Arte Degenerada sai às ruas contra censura de obras e faz convocação de artistas para grande ato no centro de SP

Manifestação acontece no dia 08 de outubro, data em que se encerraria a exposição Queermuseu, censurada em Porto Alegre. Artistas e coletivos estão convidados a realizarem intervenções.

Uma grande manifestaçãono centro de São Paulo mobiliza grupos e coletivos de arte para a realização do Festival da Arte Degenerada, no próximo dia 08 de outubro, data em que se encerraria a exposição Queermuseu. O evento contará com apresentações artísticas e uma caminhada para ocupar o Minhocão. O objetivo do grupo é “realizar um ato político e poético para escangalhar o centro de São Paulo e promover a união da classe artística e da população em geral contra o discurso reacionário”.

O evento terá início às 15h com um sarau aberto no Espaço Cultural Kazuá (Rua Ana Cintra,26), no centro da cidade. Em seguida, o grupo caminha até o Minhocão em “um grande cortejo degenerado repleto de música e performances”. A manifestação retorna para a sede da Kazuá para um encerramento com apresentações musicais, peças de teatro e exposição de obras.

Entre as apresentações confirmadas estão: o bloco carnavalesco Agora Vai, o coletivo Usina da Alegria Planetária, o grupo de intervenções urbanas Cia. Cachorra, o projeto Animália e os performers Malayka SN, Xerxes, Elmir Mateus, Heron Sena e Rafael Zorzella. O escritor e ensaísta Claudio Willer também marca presença realizando leituras de poemas de Roberto Piva, poeta morto em 2010.

O protesto acontece após os recentes casos de censura a obras de arte como o fechamento da exposição Queermuseu em Porto Alegre, a retirada do quadro “Pedofilia” de Alessandra Cunha do Museu de Arte Contemporânea do Mato Grosso e a proibição na Justiça da encenação da peça “O Evangelho segundo Jesus, Rainha do Céu” no SESC de Jundiaí.

Na última semana, uma nova tentativa de interdição artística atingiu os realizadores da performance “La Bête”, que está em cartaz no MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo.Grupos de extrema-direita na internet passaram a divulgar um vídeo em que uma criança acompanhava a performance, que consiste na livre interação do público com o artista, completamente nu. Algumas pessoas chegaram a se reunir em frente ao museu no sábado, agredindo funcionários e tentando, sem sucesso,impedir a performance.

A ideia da manifestação surgiu a partir da mobilização da Editora Kazuá com os grupos Usina da Alegria Planetária, Cia. Cachorra e o bloco Agora Vai, que convocam todos os coletivos e grupos de teatro, música, dança, literatura, artes plásticas e visuais para se juntarem ao ato e montarem apresentações, performances e exposições durante todo o dia. Os interessados podem enviar uma mensagem para o email: comunicacao@editorakazua.com.br

A manifestação já possui evento no Facebook, onde será possível conferir os coletivos e artistas que irão se apresentar, assim que for montada a programação.O termo “arte degenerada” é uma referência à censura promovida pelo regime nazista às obras de arte consideradas subversivas na Alemanha.

Link para o evento no Facebook: https://goo.gl/pJkzLF

Vídeo-teaser: https://goo.gl/t6HRu6

Mais informações:

Evandro Rhoden(11 98020 – 9848)

Thiago Gabriel (11 95066-1900)

comunicacao@editorakazua.com.br

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Mais um retorno do Conde de Lautréamont

É a adaptação de Os cantos de Maldoror pela Cia. Corpos Nômades de João Andreazzi, comemorando o décimo aniversário do Espaço Cênico O Lugar. O espetáculo esteve em cartaz ao longo de 2009 e 2010, e retornou este ano. A seguir, informações e ficha técnica. Exemplares remanescentes da minha tradução de Lautréamont completo, Os cantos de Maldoror – Poesias – Cartas pela ed. Iluminuras (é a quinta edição) estarão á venda na bilheteria do teatro, a R$ 50,00 cada.

Inspiradoem livro que instigou os surrealistas, o espetáculoHotel Lautréamont – Os Bruscos Buracos do Silêncio, da Cia. Corpos Nômades, inicia temporada no Espaço Cênico O Lugar

Serviço

Hotel Lautreamónt – Os Bruscos Buracos do Silêncio

Temporada: De 30 de setembro a 12 de novembro. Sábados, às 21h e domingos, às 20h30

Local: Espaço Cênico O Lugar (Rua Augusta, 325 – Consolação. São Paulo – SP)

Recomendação Etária: 14 anos

Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia). São aceitos cartões de débito e crédito.

Capacidade: 64 lugares

Telefone do local: 3237-3224

Site: www.ciacorposnomades.art.br

A temporada, quechega com reformulação do espetáculo, também comemora os 10 anos do Espaço Cênico O Lugar, sede da Cia. Corpos Nômades

Ficha Técnica

Concepção Geral, Direção e coreodramaturgrafia: João Andreazzi.Elenco: Gervásio Braz, João Andreazzi, Cristiano Bacelar, RossanaBoccia e Vagner Cruz.Textos: Conde de Lautréamont.Assessoria dramatúrgica e tradução da obra do Conde de Lautréamont: Claudio Willer.Adaptações e novos textos: Claudio Willer e Cia. Corpos Nômades.Montagem da Trilha Sonora: Vanderlei Lucentini.Pianista ao vivo: Diogenes Junior.Iluminação: Décio Filho.Figurino: David Schumaker.Produção: Cia. Corpos Nômades.Fotos: Cris Lyra e Lenise Pinheiro.Recomendação etária: 14 anos. Agradecimentos: Bernhard Gal e Arco Duo (trechos da trilha sonora).

Fundada há 22 anos pelo coreógrafo, bailarino e professor João Andreazzi, um dos pilares da Cia. Corpos Nômades é a construção de performances de dança que dialoguem com outras linguagens criativas, como o teatro, as artes visuais e a literatura – sendo a última eleita para inspirar a criação de Hotel Lautréamont – Os Bruscos Buracos do Silêncio. O espetáculo inicia temporada com reformulações desde a primeira versão, de 2009, a partir do dia 30 de setembro, sábado, 21h, com ingressos a R$20. O projeto foi contemplado pelo 20º Programa Municipal de Fomento à Dança da cidade de São Paulo e, para comemoração dos 10 anos de existência do Espaço Cênico O Lugar, a Cia. Corpos Nômades conta com o apoio do O Boticário na Dança através do PROAC-ICMS/Governo do Estado de SP.

Baseado na obra Os Cantos de Maldoror,escrita pelo Conde de Lautréamont – codinome de IsidoreDucasse (1846 – 1870)–, o espetáculo da Cia. Corpos Nômades resgata figuras do livro considerado precursor do movimento surrealista na literaturae as recria a partir dos corpos dos bailarinos. João ressalta trechos em que animais mutantes são expressos no livro, como polvos, tubarões e águias que se formaram a partir de um mesmo corpo. “Há uma forte conexão com o zoomorfismo que faz parte da obra, mas não estamos diretamente ligados na parte descritiva e sim nas sensações que essas imagens causam”, diz João Andreazzi.

Um dos parceiros que colaborou diretamente com o coreógrafo na criação de Hotel Lautréamonté o escritor, poeta e tradutor Claudio Willer, responsável por uma das traduções da obra francesa para o português. “Ele assistiu um trabalho anterior nosso e identificou essas proximidades da dança a um corpo muito presente nas obras surrealistas”, dizo diretor. Entre diversas referências estéticas que fizeram parte do processo de criação da obra, Andreazzise diz especialmente contagiado pelo cinema produzido a partirdo movimento surrealista e da obra do artista plástico Max Ernst. Para Andreazzi, a proposta aberta do espetáculo tem o potencial de alcançar o público familiarizado à obra de Ducasse ou aosurrealismo, de forma geral, mas também de dialogar e causar reflexões em quem desconhece a temática.

Sobre Os Cantos de Maldoror

Livro poético escrito entre 1868 e 1869 por IsidoreDucasse sob o pseudônimo Conde de Lautréamont. Poeta francês de origem uruguaia, Ducasse serve de referência para a construção e a elaboração dos momentos cênicos coreografados. De Marcel Duchamp a Samuel Beckett e de Manoel de Barros a Shakespeare, Andreazzi releu os autores a partir do tratamento específico dado ao corpo por Deleuze e Guattari, propondo encenações múltiplas, plurais. Ao mesmo tempo dança, teatro e música, as elaborações visuais criadas por Andreazzi e apresentadas pela Cia. Corpos Nômades são únicas; criando símbolos em cena, em vez de simbolizar. O próprio ser mutante protagonista do Conto, Maldoror, dá ignição à criação coreográfica: trata-sede um homem que se recorda de haver vivido durante meio século sob a forma de tubarão, nas correntes submarinas que margeiam as costas da África. Ora jovem, ora de cabelos brancos; aqui moribundo, ali capaz de façanhas atléticas; transformado em águia para combater a esperança, polvo para melhor lutar com Deus, porco em seus sonhos, coisa informe, misturada à natureza, objeto de identidade indefinida.

Trecho do poema: “É um homem ou uma pedra ou uma árvore quem vai começar o quarto canto. Disfarça-se no combate ao bem: Tinha uma faculdade especial para tomar formas irreconhecíveis aos olhos mais treinados”.

MAIS MANIFESTAÇÕES E HOMENAGENS PELOS 80 ANOS DE ROBERTO PIVA

Informa Gabriel Kolyniak, à frente da Biblioteca Roberto Piva:

Esse fim de semana será de celebrações dos 80 anos do nascimento do Roberto Piva, que se completam no dia 25 de setembro, segunda-feira. No sábado – hoje – uma programação coordenada pelo Claudio Willer na Casa das RosasRoberto Piva 80 Anos na Casa das Rosas. – conforme o post precedente.

Domingo, estaremos na Funarte SP – Complexo Cultural Funarte SP. Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos.- a partir das 19h, para uma homenagem na forma de leituras abertas de poemas do Piva e de autores relacionados a ele.

Segunda-feira, comemoraremos os 80 anos do Piva no Estúdio Lâmina – Av. São João, 108 – 41 – Centro, São Paulo – SP, onde está abrigada a Biblioteca Roberto Piva, a partir das 19h, com direito à apresentação de Marcelo Drummond, que falará os poemas do primeiro livro de poemas do Piva, “Paranoia”.

VENHAM – PARTICIPEM – APOIEM A BIBLIOTECA RIBERTO PIVA

ROBERTO PIVA, 80 ANOS: A PROGRAMAÇÃO NA CASA DAS ROSAS

 

Quando: dia 23 de setembro, sábado, das 16h30 às 21 h.

Onde: Casa das Rosas, Av. Paulista, 37 – São Paulo – SP.

O poeta Roberto Piva completaria 80 anos a 25 de setembro de 2017. Frequentou a Casa das Rosas; apresentou-se em leituras de poesia e palestras. Evocando-o, é oferecida uma programação reunindo alguns de seus leitores, pesquisadores e divulgadores. A intenção é aprofundar, avançar no exame da obra e assim enriquecer sua leitura. A sessão ´dá prosseguimento ao evento na Biblioteca Mário de Andrade, dia 19/09. E ainda haverá manifestações, que serão anunciadas em um próximo post, na Funarte (dia 24) e Estudio Lâmina (dia 25).

PROGRAMAÇÃO:

16h30 às 18 h: PUBLICAR PIVA / A BIBLIOTECA ROBERTO PIVA: Gabriel Rath Kolyniak, da editora Córrego, Roberto Bicelli e Sergio Cohn, da editora Azougue, falarão sobre publicações de seus inéditos e dispersos, e mostrarão o que está sendo feito pela preservação e abertura ao público da sua extraordinária biblioteca. Fabio Weintraub coordenará a mesa.

18 às 19 h: OUVIR PARANÓIA: Apresentação de uma gravação inédita preparada por Toninho Mendes, com a leitura completa de Paranóia, acompanhado por trilha sonora de jazz que o próprio Piva havia escolhido e pela projeção das imagens de Wesley Duke Lee.

19 às 21 h: ESTUDAR PARANÓIA: Piva é um poeta não apenas lido, mas pesquisado, com 19 teses e dissertações já apresentadas sobre sua obra. Estão nesta página: https://bibliotecarobertopiva.wordpress.com/dissertacoes-e-teses/ Falarão autores de três dissertações sobre Paranóia, incluindo o exame da contribuição de Wesley Duke Lee: Danilo Monteiro, autor de Teatralidade da palavra poética em Paranóia de Roberto Piva. USP, 2010; Leonardo Morais; autor de Eu sou uma alucinação na ponta dos teus olhos: imagens poéticas em Paranóia de Roberto Piva e Wesley Duke Lee. Centro Federal de Formação Tecnológica de Minas Gerais, 2015 Mariana Outeiro, autora de  Imagem retórica e imagem plástica: relações verbovisuais na obra Paranoia de Roberto Piva. PUC, 2016: Claudio Willer coordenará a mesa.

Informações sobre a Biblioteca Roberto Piva em: https://bibliotecarobertopiva.wordpress.com/ . Teses e dissertações sobre ele, em https://bibliotecarobertopiva.wordpress.com/dissertacoes-e-teses/

 

ROBERTO PIVA, 80 ANOS: HAVERÁ MANIFESTAÇÕES

Dia 25 de setembro Roberto Piva – 1937-2010 – completaria 80 anos. Homenagens são preparadas. Gabriel Kolyniak, Roberto Bicelli, eu, amigos, colaboradores da Biblioteca Roberto Piva, organizamos.

Nestes tempos de acontecimentos estranhos, de recrudescimento do obscurantismo, a voz do grande inovador da poesia brasileira tem que estar cada vez mais presente.

Vejam o que vem aí:

  1. DIA 19 DE SETEMBRO, TERÇA FEIRA, NA BIBLIOTECA MÁRIO DE ANDRADE: A partir das 19 h: Renata D’Elia (palestra sobre Os dentes da memória), Claudio Willer, Roberto Bicelli, Beth Brait Alvim, Guilherme Ziggy, Gabriel Kolyniak, Rubens Zárate, Celso de Alencar, Contador Borges, Raul Fiker, Chiu Yi Chih, outros convidados.
  2. DIA 23 DE SETEMBRO, SÁBADO, PROGRAMAÇÃO NA CASA DAS ROSAS: Das 16h30 às 21 h, incluindo mesa sobre publicações de Piva e entrevistas com ele, uma gravação inédita de Paranóia lido na íntegra pelo próprio Piva, e comentários sobre esse livro, por autores de dissertações a respeito: a programação detalhada será postada em separado.
  3. DIA 24 DE SETEMBRO, DOMINGO, VIVA PIVA! no auditório da Funarte – SP.
  4. DIA 25 DE SETEMBRO, SEGUNDA FEIRA, festa de 80 anos do Piva no Estúdio Lâmina. Incluirá a apresentação de Paranóia criada por Marcelo Drummond.

Mais sobre o triplo lançamento de ensaios meus sobre nossos poetas e outros acontecimentos

Relembrando: Quando: dia 15 de setembro, sexta feira, das 19 às 21 h. Onde: Casa das Rosas: Av. Paulista, 37 – São Paulo – SP. O lançamento do que escrevi sobre Celso de Alencar, Eunice Arruda e Péricles Prade. Complementam os ensaios poemas que escolhi. Iniciativa de Valdir Rocha (que no dia seguinte – sábado a partir das 11 h. – inaugura a exposição Reflexões Plásticas no Centro Cultural dos Correios, Avenida São João, s/nº, Vale do Anhangabaú – detalhes a seguir):

  1. Abriremos com uma breve présentation. Diremos algo: Valdir Rocha, Celso de Alencar, Péricles Prade, eu. André Arruda, filho de Eunice, também estará.
  2. O editor Gabriel Kolyniak, da Córrego, colabora cuidando das vendas. Trará a famosa maquininha, possibilitando uso de cartões.
  3. É claro que meu propósito, assim como de Valdir Rocha, é a difusão da boa poesia contemporânea brasileira. Haverá, inclusive, outros volumes futuros. Mas tenho também um óbvio interesse em um bom resultado comercial. Os volumes custam R$ 20,00 cada um. Combinei com Valdir que haverá uma promoção: quem comprar os três, pagará R$ 50,00.

VENHAM

Sobre a exposição de Valdir Rocha: A partir das 11 horas do dia 16 de setembro de 2017 o Centro Cultural Correios, em São Paulo, receberá a exposição Reflexões Plásticas, de Valdir Rocha, sob a curadoria de Jorge Anthonio e Silva. A exposição ficará em cartaz até 19 de novembro, com horário de visitação das 11 às 17 horas. O artista plástico Valdir Rocha apresentará mais de 100 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos, aquarelas e fotografias. O vernissage inclui ainda lançamento dos seguintes livros: Valdir Rocha e a persistência do mistério, de Floriano Martins (Fortaleza: ARC Edições) e Reflexões plásticas de Valdir Rocha, de Jorge Anthonio e Silva (São Paulo: quaisquer), contando com a presença dos respectivos autores.

Agenda deste mês de setembro está animadora. Amanhã, quinta feira, também teremos o lançamento de O Equivocrata de Raul Fiker pela Córrego, na livraria Tapera Taperá, Galeria Metrópole.

LANÇAMENTO DE UMA NOVA COLEÇÃO DE ENSAIOS E COLETÂNEAS DE POESIA

Quando: dia 15 de setembro, sexta feira, das 19 às 21 h.

Onde: Casa das Rosas: Av. Paulista, 37 – São Paulo – SP

Escrevi sobre três excelentes poetas: Celso de Alencar, Eunice Arruda e Péricles Prade. Complementam os ensaios poemas que escolhi

Iniciativa – mais uma – de Valdir Rocha, o artista plástico e amigo de poetas, artistas e apreciadores da poesia e das artes, criador dos selos editoriais Pantemporâneo e Quaisquer . São dele as capas exibidas aqui.

Abrindo, direi algo. Celso de Alencar, Eunice Arruda e Péricles Prade terão poemas lidos. Eunice nos deixou recentemente. Celso e Péricles estarão presentes.

Será um belo encontro. Venham.