Posts Tagged ‘Claudio Willer ensaios’

Mais sobre o triplo lançamento de ensaios meus sobre nossos poetas e outros acontecimentos

Relembrando: Quando: dia 15 de setembro, sexta feira, das 19 às 21 h. Onde: Casa das Rosas: Av. Paulista, 37 – São Paulo – SP. O lançamento do que escrevi sobre Celso de Alencar, Eunice Arruda e Péricles Prade. Complementam os ensaios poemas que escolhi. Iniciativa de Valdir Rocha (que no dia seguinte – sábado a partir das 11 h. – inaugura a exposição Reflexões Plásticas no Centro Cultural dos Correios, Avenida São João, s/nº, Vale do Anhangabaú – detalhes a seguir):

  1. Abriremos com uma breve présentation. Diremos algo: Valdir Rocha, Celso de Alencar, Péricles Prade, eu. André Arruda, filho de Eunice, também estará.
  2. O editor Gabriel Kolyniak, da Córrego, colabora cuidando das vendas. Trará a famosa maquininha, possibilitando uso de cartões.
  3. É claro que meu propósito, assim como de Valdir Rocha, é a difusão da boa poesia contemporânea brasileira. Haverá, inclusive, outros volumes futuros. Mas tenho também um óbvio interesse em um bom resultado comercial. Os volumes custam R$ 20,00 cada um. Combinei com Valdir que haverá uma promoção: quem comprar os três, pagará R$ 50,00.

VENHAM

Sobre a exposição de Valdir Rocha: A partir das 11 horas do dia 16 de setembro de 2017 o Centro Cultural Correios, em São Paulo, receberá a exposição Reflexões Plásticas, de Valdir Rocha, sob a curadoria de Jorge Anthonio e Silva. A exposição ficará em cartaz até 19 de novembro, com horário de visitação das 11 às 17 horas. O artista plástico Valdir Rocha apresentará mais de 100 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos, aquarelas e fotografias. O vernissage inclui ainda lançamento dos seguintes livros: Valdir Rocha e a persistência do mistério, de Floriano Martins (Fortaleza: ARC Edições) e Reflexões plásticas de Valdir Rocha, de Jorge Anthonio e Silva (São Paulo: quaisquer), contando com a presença dos respectivos autores.

Agenda deste mês de setembro está animadora. Amanhã, quinta feira, também teremos o lançamento de O Equivocrata de Raul Fiker pela Córrego, na livraria Tapera Taperá, Galeria Metrópole.

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LANÇAMENTO DE UMA NOVA COLEÇÃO DE ENSAIOS E COLETÂNEAS DE POESIA

Quando: dia 15 de setembro, sexta feira, das 19 às 21 h.

Onde: Casa das Rosas: Av. Paulista, 37 – São Paulo – SP

Escrevi sobre três excelentes poetas: Celso de Alencar, Eunice Arruda e Péricles Prade. Complementam os ensaios poemas que escolhi

Iniciativa – mais uma – de Valdir Rocha, o artista plástico e amigo de poetas, artistas e apreciadores da poesia e das artes, criador dos selos editoriais Pantemporâneo e Quaisquer . São dele as capas exibidas aqui.

Abrindo, direi algo. Celso de Alencar, Eunice Arruda e Péricles Prade terão poemas lidos. Eunice nos deixou recentemente. Celso e Péricles estarão presentes.

Será um belo encontro. Venham.

ENSAIOS SOBRE ROBERTO PIVA

My beautiful picture

My beautiful picture

Resolvi juntar ensaios sobre Piva em um tríptico, de 2010 até recentemente, valendo-me dessa facilidade proporcionada pelo modo como ficam à disposição no Academia.edu.

Estão na sequência cronológica. Talvez possibilite observarem algumas reiterações e também acréscimos. No último, há atualização bibliográfica: andaram escrevendo bastante – e bem – ultimamente sobre o autor de Paranóia.

Ainda sobre esse terceiro ensaio: poderia ir mais longe, avançar mais – acho que contornei o corpo e me fixei mais no particularíssimo pensamento utópico dele. Retomarei, futuramente.

O primeiro, “Roberto Piva e a poesia”, de 2010: https://www.academia.edu/20566138/ROBERTO_PIVA_E_A_POESIA

O segundo, “Roberto Piva e o surrealismo”, de 2011: https://www.academia.edu/20798539/ROBERTO_PIVA_E_O_SURREALISMO

O terceiro, “Roberto Piva, poeta do corpo”, de 2015: https://www.academia.edu/21072084/ROBERTO_PIVA_POETA_DO_CORPO

Como observo, dariam um livreto. Mas este modo de divulgação é funcional, alcança uma boa quantidade de interessados.

Ilustrando, a foto dele que fiz em 1960. Lendo Hölderlin no costão da Praia Brava, ao sul de Peruíbe.

Querem mais sugestões de leitura para o agradável fim de semana plúmbeo, hibernal, intimista?

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Meu artigo sobre Hilda Hilst e Massao Ohno, que havia saído na Revista da Biblioteca Mário de Andrade (em uma versão algo reduzida) e agora postei no Academia.edu (em uma versão algo ampliada):

https://www.academia.edu/14384940/Massao_Ohno_Hilda_Hilst_e_a_busca_da_poesia_total

No Facebook, já havia postado ontem (sexta feira, 24/07) o artigo de TriploV sobre Roberto Piva e o surrealismo:

http://www.triplov.com/novaserie.revista/numero_53/claudio_willer/index.html

É o mesmo publicado na coletânea Reflexões sobre a modernidade, já noticiado aqui:

https://claudiowiller.wordpress.com/2015/06/24/publicado-meu-ensaio-roberto-piva-e-o-surrealismo/

Nos dois casos, recomendo leitura da publicação integral: da revista e da coletânea.

Matérias sobre ‘Os rebeldes: Geração Beat e anarquismo místico’ – atualizando a boa recepção

Já havia divulgado post das boas críticas de meu Geração Beat (L&PM Pocket, 2009). Mas este ensaio mais recente teve recepção ainda melhor. A seguir, com a citação de trechos e as fontes:

“… o trabalho desenvolvido pelo poeta, ensaísta e tradutor Claudio Willer pode ser visto como pioneiro” “Os rebeldes” analisa os escritores da Beat Generation americana”, artigo de Rodrigo Petrônio no jornal O Estado de S. Paulo, Caderno 2 – Literatura, dia 08 de novembro de 2014, em http://cultura.estadao.com.br/noticias/literatura,os-rebeldes-analisa-os-escritores-da-beat-generation-americana,1589622

“Estudo consistente reafirma importância da geração beat”, artigo de Ciro Pessoa no jornal Folha de S. Paulo, caderno Ilustrada, sobre Os rebeldes: Geração Beat e anarquismo místico, dia 23 de agosto de 2014, em http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/08/1504480-critica-estudo-consistente-reafirma-importancia-da-geracao-beat.shtml .

“Os rebeldes”, resenha de Bruno Zeni no Guia Folha do jornal Folha de S. Paulo, 28 de fevereiro de 2015, observando: “ótimas derivações para a política, a condição de classe, a marginalidade social e a sexualidade, sem nunca perder de vista os poemas, manifestos e narrativas dos beats”, e como “pontos altos a leitura fundamentada das obras, para além dos estereótipos, e a visão complexa da filosofia beat”.

“Um dos maiores especialistas brasileiros na chamada Geração Beat, […] O trabalho […] enriquece a bibliografia já existente.” “A terceira via”, por Carlos Herculano Lopes, O Estado de Minas, suplemento Pensar, dia 05 de julho de 2014, em http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/pensar/2014/07/05/noticia_pensar,156989/a-terceira-via.shtml

“… o texto de Willer é de uma clareza exemplar. Trata-se de um ótimo ponto de partida para leituras – e releituras.” “Os Rebeldes’ trata do elo entre religiosidade e criação literária beat” por Alexandre Lucchese em Zero Hora, Porto Alegre, RS, 09 de julho de 2014, em http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2014/07/os-rebeldes-trata-do-elo-entre-religiosidade-e-criacao-literaria-beat-4545638.html ;

“Não se trata tanto de seguir aqui um tema contemporâneo que pode atrair ou até magnetizar a atenção dum público culto, mas de apreciar a subtileza, a habilidade e a qualidade das indicações que no livro se dão.” “Geração Beat e anarquismo místico”, por António Cândido Franco, em LiteraturaBr: http://www.literaturabr.com/2015/02/20/os-rebeldes-geracao-beat-e-anarquismo-mistico/. Mesmo artigo em A Batalha, VI série, ano XXXIX, nº 261, Lisboa, Portugal.

“Poeta e ensaísta, Claudio Willer é sinônimo de beat no Brasil”, Marcio Renato dos Santos “ … o maior estudioso local da literatura beatnik”, Luiz Carlos Maciel; No “Especial Beat”, caderno sobre autores brasileiros relacionados à Geração Beat, Cândido, jornal da Biblioteca Pública do Paraná, nº 36 de julho de 2014, disponível em WWW.candido.bpp.pr.gov.br ;

“E, na obra de Willer, há uma demonstração nocauteante de que as rupturas não prescindem da recusa da tradição (crítica inteligente a ela, claro, mas não recusa). Muito pelo contrário: a verdadeira ruptura não comporta em seus atores os chamados “apagadores do passado”. Toda criação é uma recriação. Ou não?” Lucas Guimaraens em “Literatura – lampejos transculturais de ruptura e tradição: Os Beats, Claudio Willer e Michel Foucault”, 20/02/2015 em http://caisguimaraens.blogspot.com.br/2015/02/literatura-lampejos-transculturais-de.html?spref=fb

“… o resultado é ainda mais interessante do que o introdutório Geração Beat, escrito por ele em 2009” Daniel Zanella em Caderno G da Gazeta do Povo de Curitiba, a 20/07/2014, em http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&id=1485173&tit=Os-marginais-misticos-

“…Ressalta-se o conhecimento de Willer sobre o assunto, incluindo sua troca de correspondência com Ginsberg, nos anos 1980, quando traduziu para o português o poema “Uivo”. “Rebeldia e tributo aos beats”, por Celia Musili, jornal Folha de Londrina, PR, Caderno Folha Z, a 20 de julho de 2014, em http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1–2079-20140720&tit=rebeldia+e+tributo+aos+beats “Claudio Willer lança livro sobre Geração Beat e comemora 30 anos do lançamento de Uivo”, por Celia Musili em Carta Campinas, a 20 de julho de 2014, em http://cartacampinas.com.br/2014/07/claudio-willer-lanca-livro-sobre-geracao-beat-e-comemora-30-anos-da-traducao-de-uivo/

“Autoridade planetária no tema, Claudio Willer lança livro sobre o universo Beat” – Claudio Tognolli, em https://br.noticias.yahoo.com/blogs/claudio-tognolli/autoridade-planet%C3%A1ria-no-tema-claudio-willer-lan%C3%A7a-livro-014849563.html

“Criatividade e rebeldia à flor da pele”, por Wladyr Nader, Escrita.blog, em http://escritablog.blogspot.com.br/2014/06/criatividade-e-rebeldia-flor-da-pele.html

“Willer é o cara que melhor conhece os beats”, por Inacio Araujo, em http://inacioaraujo.blogfolha.uol.com.br/2014/07/02/o-problema-por-aqui/

O vídeo “A fila boa” por Pipol Cronópios, registrando a sessão de autógrafos do livro na livraria Martins Fontes em São Paulo, a 03 de julho de 2014: http://cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=5835

O informe sobre o livro, na página da editora L&PM: http://www.lpm.com.br/site/default.asp?Template=../livros/layout_produto.asp&CategoriaID=717472&ID=606084

Ilustro com a foto publicada no Facebook pelo leitor Gustavo Petter, declarando: “Une-se aos livros que qualifico como inseparáveis.” Acho que esse meu ensaio, sendo sobre a Beat, também é sobre outros autores; e sobre história, filosofia e outros temas; e, principalmente, sobre leitura. Espero ter sido capaz de transmitir o prazer de descobrir novos sentidos em bons criadores e movimentos literários. foto Gustavo Petter 10492366_697792170302112_7501717497049249594_n

A coletânea “Tempo de Lautréamont” merece divulgação enfática, entusiástica

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Uma satisfação participar com meu ensaio “Lautréamont, leitor de Baudelaire” de “Tempo de Lautréamont”, organizado por Fábio Ferreira de Almeida, na ótima companhia de Mariza Wernek (“Bestiário do sertão: o princípio animal em Guimarães Rosa), José Ternes(“Bachelard e Lautréamont: literatura, primitividade, animalidade”), Marly Bulcão (“Bachelard diante do onirismo dinâmico e visceral de Lautréamont”), Eclair Antonio Almeida Filho (“A experiência de Lautréamont por Maurice Blanchot”), Nilson Oliveira (“Ducasse-Lautréamont: a escrita como fratura”) e Contador Borges (“Lautréamont anacrônico”).
São os substanciosos textos do que foi exposto Colóquio Filosofia e Literatura da Universidade Federal de Goiás. Nem é preciso dizer que somam à bibliografia sobre Lautréamont; e que reunir estudiosos do autor de Os Cantos de Maldoror e Poesias desse modo é iniciativa ousada e de grande alcance.
Este ano, em novo colóquio, dei minha palestra sobre “Criação Poética e algumas drogas”, também muito bem acompanhado. Haverá em breve, portanto, uma nova coletânea.
Leiam. Adquiram. Pedidos: ricochete.ricochete@gmail.com
Catálogo da editora: http://www.edicoes-ricochete.com/edicoes-ricochete-home#!__edicoes-ricochete-home
Lembrando, em tempo, que circula uma nova edição das minhas traduções de Lautréamont pela Iluminuras. Ganhou apoio crítico através de “Tempo de Lautréamont”