Posts Tagged ‘criação literária’

Alguma contribuição ao debate sobre “drogas”?

Normalmente, deixo passar mais algum tempo antes de postar ensaios já publicados no Academia.edu. Mas não resisti, por causa do retorno do tema– ou do debate sobre o tema, ou tanto faz. A propósito do exame de alguma descriminalização pelo Supremo e das conseqüentes manifestações, mais ou menos interessantes, mais sensatas ou insensatas, pertinentes ou extemporâneas. Este artigo:

https://www.academia.edu/15657655/A_cria%C3%A7%C3%A3o_po%C3%A9tica_e_algumas_drogas

É sobre criação poética e também em artes visuais – acho que consegui ser original – e toca apenas de raspão, tangencialmente, em seu status jurídico.

Pretendo retornar ao assunto. Desde já, como eu aprecio as palavras, gostaria que fossem bem tratadas por quem as usa. Por isso, declaro-me consternado por haver pessoas que defendem a necessidade da manutenção da “proibição” de drogas, ao mesmo tempo em que essas são vendidas em sistema de feira livre, transformando a vida dos moradores do trecho da Rua Peixoto Gomide entre as ruas Augusta e Frei Caneca em um inferno, além de outros lugares de São Paulo. Por exemplo, os calçadões do centro, pontos de encontro de alegres cocainômanos e maconheiros à noite. Assim como em outras metrópoles brasileiras, cidades, cidadezinhas e até povoados.

Uma sugestão: passeios turísticos que incluam a cracolândia. Chegando lá, o guia apontará o amontoado e exclamará: “Vejam! O resultado de algumas décadas de combate às drogas!”

 

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Nova oficina de criação literária: Criação Poética, no SESC-Ipiranga

Será às quintas feiras, no horário das 19 às 21 h.
Oito sessões. Começa dia 10 de julho, e seguirá até o dia 28 de agosto.
O SESC-Ipiranga fica à Rua Bom Pastor, nº 822; telefone; (11) 3340-2000. email; email@ipiranga.sescsp.org.br. É acessível, lembrando que a estação Sacomã do metrô fica na mesma Rua Bom Pastor, porém na altura do nº 3.000. Vejam o mapa: http://www.sesc.com.br/portal/sesc/unidades/saopaulo/sesc+ipiranga
A oficina será na sala de convivência, na mesma rua, porém no número 709, e a inscrição para a oficina pode ser realizada na Central de Atendimento: bit.ly/criacaopoetica . A inscrição é de R$ 4,00 para comerciários, R$ 10,00, meia, R$ 20,00, seres humanos em geral, para a oficina toda.
Seguirei o mesmo programa e metodologia de oficinas anteriores: tratarei da imagem poética, valor literário, prosa poética e poesia, a expressão não-discursiva, a leitura. Interessará a poetas e também a prosadores e apreciadores de literatura em geral. Pedirei aos que escrevem que tragam amostras de textos de sua autoria.
Agradeço retransmissão e demais modos de divulgação.
A seguir, o “flyer” da oficina.

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Palestra “A criação poética e algumas drogas” em Goiânia

Será dia 16 de maio, às 10 da manhã.
Local, o Centro Cultural UFG (Universidade Federal de Goiás) à Praça Universitária, 1533, Setor Universitário (ao lado da Caso do Estudante).
Faz parte do IX Colóquio de Filosofia e Literatura, coordenado por Fábio Ferreira.
Há várias outras palestras de interesse – programação do Colóquio é substanciosa.
Também será lançada Tempo de Lautréamont (Edições Ricochete, 2014), coletânea das conferências proferidas durante o VIII Colóquio de Filosofia e Literatura, dedicado a Lautréamont, inclusive meu “Lautréamont, leitor de Baudelaire”.
Palestra prossegue o que já apresentei aqui:
https://claudiowiller.wordpress.com/2013/08/20/palestra-drogas-e-literatura-minha-sinopse/
A seguir, programa do evento. Agradeço retransmitirem para interessados em Goiânia e região.
PROGRAMA COLÓQUIO 2014

Entrevista para rádio: Paisagens Poéticas

Realizada por Renata Roman, solos de Romulo Alexis, para uma programação radiofônica da Casa das Rosas. Dou depoimento e leio poemas. Links para acessar (tem uma setinha misteriosa e algo sobre habilitar cookies – dará certo):
http://paisagensepoeticas.wordpress.com/2014/04/25/13_claudio-willer/
https://soundcloud.com/#atelie-sonoro/paisagens-e-poeticas_13_claudio-willer
http://casadasrosas.org.br/tv-cr/podcasts-poticos–paisagens-e-poticas–claudio-willer
Ouçam-me. Acho que complementa o que está em Os dentes da memória, no documentário Uma outra cidade e em outros lugares.
Uma seleta de trechos preparada por Célia Musili, que já está no Facebook:
“Não gostávamos nem um pouco dos tradicionalistas e não tínhamos nenhuma simpatia pelos formalistas. Éramos, eu principalmente era neo romântico.”

“Quando li que os Românticos gostavam mais da noite que do dia , mais da imaginação que da realidade, mais da inspiração do que do cálculo, mais do sonho que do cotidiano, e achavam que a emoção era mais importante que a razão, etc, percebi que eu era romântico. ”

“Os ocasionais intimismos líricos, as moças e mulheres que eu conheci com mais vocação para musa, inspiraram e me motivaram a escrever em momentos assim de maravilhamento. Lembro uma vez que eu estava no ateliê de uma amiga muito querida, com uma vista daqueles pores de sol roxo (…),alguém pos na vitrola o funeral de Siegfried de Wagner, na hora escrevi um poema em prosa que está publicado em Dias Circulares:
Uma montanha de anjos com insolação desaba sobre a terra/ Espalha-se pelas antecâmaras da esfinge/ respira um vento de alucinação que me dá plena consciência de amar/ e isso é um ponto fixo incrustado na minha retina.”

“Eu sou um afortunado, as traduções de alguns dos meus autores prediletos vieram ao meu encontro, legítimo acaso objetivo.”

Vamos estimular a criação poética

Claudio Willer em oficina literária sobre “A criação Poética” em São Paulo

 Na noite do dia 17/09, o poeta e tradutor pretende estimular a criação literária

 Com a análise de textos poético e teóricos, Claudio Willer instigará os participantes da oficina a desenvolver capacidade de leitura e expressão através da escrita. A oficina abordará questões como: valores poéticos; imagem poética; poesia e prosa, leitura entendida como expressão oral; a poesia e o poético e identidades literárias.

 O intuito é proporcionar a estudantes de letras, filosofia, poetas, prosadores e leitores em geral um melhor relacionamento com o texto literário e com a própria linguagem. Para escritores, a oficina pode ampliar a consciência de qualidade de seus trabalhos e o senso crítico, isso sem prejudicar a espontaneidade e o entusiasmo pela criação.

 O Espaço Tao é amplo, possuindo auditório, lounge, bar e ambientes diversificados, arquitetados para proporcionar aconchego e bem estar. Fica na Rua Alvarenga, número 1.682, no Butantã, em São Paulo, próximo a USP, a 700 metros do metrô e fácil acesso pela marginal. Confira mais no site recém lançado http://www.espacotaosp.com.br/destaques.

Serviço:

Oficina Literária “A Criação Poética”

Espaço TAO (100 lugares), na Rua Alvarenga, 1.682 – Butantã – SP

Dias: 17 /09/; 01, 08, 15, 22, 29/10/2013
Carga Horária Total: 12h

Horário: Das 19h30min às 21h30min

Valor: R$ 315,00 ou em 3x de R$ 116,67

Site: http://www.espacotaosp.com.br/increva-se/a-criação-poética—oficina-literária/40

 

Claudio Willer é poeta, ensaísta e tradutor com vários livros publicados – poesia, ensaios, narrativa em prosa e traduções – além de participações em antologias e periódicos, no Brasil e no exterior. Doutor em Letras pela USP com a tese “Um Obscuro Encanto: Gnose, gnosticismo e a poesia moderna” (em livro: Civilização Brasileira, 2010). Pós-doutorado na USP com o tema “Religiões Estranhas, Misticismo e Poesia”. Coordenou dezenas de oficinas de criação e rodas de leitura (para escritores, agentes culturais, professores e estudantes), além de haver ministrado cursos, conferências e ciclos de palestras em instituições como a USP (curso de Letras), UFSCar (São Carlos – curso de Letras), Biblioteca Alceu Amoroso Lima (Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo), Instituto Moreira Salles, Escola Livre de Literatura da Secretaria em Santo André, Secretaria Municipal de Cultura, Lazer e Criança de Barueri, Clube Paulistano, Museu da Língua Portuguesa. Mais informações em https://claudiowiller.wordpress.com/about/      .

 

Barueri à tarde, Casa das Rosas à noite; palestra e apresentação de poetas

Tudo acontecerá nesta quinta-feira:

À TARDE:

Palestra do Dia do Escritor: “Poesia, história e sociedade”, por Claudio Willer: 

Dia 25/07 às 15:40 – Câmara Municipal de Barueri           

Endereço: Al. Wagih Salles Nemer, 200 CEP 06401-134, Barueri; telefone:(11) 4199-7900

Promoção: Departamento de Eventos – Secretaria de Cultura e Turismo de Barueri

À NOITE:  (claro que irei)

Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Av. Paulista, 37
QUINTA POÉTICA
Curadoria: Paulo Sposati Ortiz.
Promovido pela Escrituras Editora.
Quinta-feira, 25 de julho, 19h.

Reúne boa poesia, com diferentes expressões artísticas, como dança, música, artes plásticas e cultura popular, envolvendo a leitura dos poemas.

59ª edição
Tema — Reencontro de beat-simbolistas: os oficineiros willerianos.
Convidados — Diogo Cardoso, Jeanine Will, Luís Henrique Nogueira e Vince Vinnus.
Participações especiais — Danã- Performance (teatro) e Gemini Lorca (música).

Publicarei em breve, neste blog, uma crônica sobre nudez – ainda não o fiz por falta de tempo – assunto não falta, cf. minha postagem anterior..

Revista Celuzlose: o lançamento dessa nova edição

A boa revista criada por Victor Del Franco, publicada em parceria pela Dobra e Patuá. Saiu o número 03, ou terceira edição impressa – alterna impresso e digital. A consagração pública será dia 20 de junho, quinta-feira, a partir das 19 h. Novamente no Bar Canto Madalena, na Rua Medeiros “de” Albuquerque, 471, Vila Madalena.

As aspas são por esse nome de rua ser um erro ortográfico ou toponímico da Prefeitura. É Medeiros e Albuquerque, conforme havia observado em outra postagem – o poeta satanista / decadentista, difusor do simbolismo, ao mesmo tempo ministro da justiça e autor do nosso primeiro código de direitos autorais – paradoxos brasileiros – é preciso mandar corrigirem. Esse bar Canto Madalena é um bom local – exibe 387 marcas diferentes de cachaça e outras coisas de brasileiro típico.

irei. Iremos…? (iremos!)

A seguir, pauta da revista. Poesia, ensaios, depoimentos. Satisfação em colaborar – desta vez, com um capítulo do ensaio ainda inédito (ainda inédito…!) sobre beats e rebelião religiosa – edições anteriores, foram poemas, entrevista, o ensaio sobre poetas da natureza.

 Celuzlose 03 (versão impressa)

 NESTA EDIÇÃO

Entrevista
Tarso de Melo

BR.XXI – Literatura Brasileira Contemporânea
Carina Carvalho

Carolina Barreto

Cesar Cardoso

Charles Marlon

Dalila Teles Veras

Edimilson de Almeida Pereira

Hélio Neri

Julio Mendonça

Leo Gonçalves

Luis Estrela de Matos

Marcelo Montenegro

Maria Alice de Vasconcelos

Rafael F. Carvalho

Reynaldo Bessa

GEO – Literatura sem Fronteiras
Gustavo Caso Rosendi (Argentina)
Jesús Ernesto Parra (Venezuela)

Caderno Crítico
A cidade e a vertigem: a poesia de Roberto Piva – por Susanna Busato
O túnel e o subsolo: presença de Dostoiévski

     em Ernesto Sabato – por Wanderson Lima
“Como se chama o que sinto?” a pergunta
     em Clarice Lispector – por Vera Helena Rossi
Poesia (Im)popular Brasileira: uma antologia necessária – por Adriano Scandolara

Uma conversa com Julio Mendonça,

     organizador da antologia Poesia (Im)popular Brasileira

Jack Kerouac: a poesia, a música e a fala de Deus – por Claudio Willer

BIO – Vida & Obra
Qorpo-Santo – por Julio Mendonça

LÚCIDA RETINA – Poesia Visual
Julio Mendonça

Paulo de Toledo