Posts Tagged ‘Geração Beat. Claudio Willer.’

Curso de Geração Beat no IEL-Unicamp em maio

Em tempo – postado a 30/04: sou informado que curso já tem 74 inscritos e será realizado no auditório do IEL, maior. Ótimo. Utilizarei algum recurso audiovisual, Datashow, especialmente na sessão sobre jazz e leitura em voz alta.

 Vejam que beleza o pôster com esta reunião fraterna de Kerouac, Cassady, Ginsberg, Ferlinghetti –deve ser na porta da City Lights de Ferlinghetti, década de 1950:  Cursos-beat Serão quatro sessões. Às terças feiras. A partir de 05 de maio. Das 14 h. até as …? (depende de vocês, assunto não falta) (acho que falarei durante 2h e 15 minutos, intervalo para cafezinho a critério de quem vier) Inscrições através deste e-mail: eventos@iel.unicamp.br Sou informado de que já temos 20 inscritos. Agradeço avisarem aos interessados em Campinas e região. Venham. Pretendo refinar leitura de narrativas de Kerouac, mostrando seu valor e riqueza simbólica. Tratarei também de Gregory Corso e abordarei Burroughs, além do indispensável Ginsberg. Servirá como guia de leitura. O auditório do Centro Cultural do IEL-Unicamp tem bons recursos audiovisuais. Pretendo utilizá-los, especialmente para tratar de jazz e prosódia. Poster foi criado por Leandro Louback( Draco), informa Paulo Vasconcelos.

Formidável apresentação de poesia beat em Curitiba, abrindo com minha sessão de autógrafos

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Durante três dias: de 09 a 11 de abril.
Onde: Stylicus The Rock Bar, Alameda Prudente de Moraes 1079, Centro
Dia 09 de abril, quinta feira, a partir das 19h00, autografarei os meus “Os rebeldes: Geração Beat e anarquismo místico” (L&PM) e “Geração Beat” (L&PM Pocket).
Em seguida, lerei poemas beat, inclusive das minhas traduções de Ginsberg e Kerouac, além de algum Gregory Corso, e os comentarei.
Participam também Miriam Adelman, Otto Leopoldo Winck, Ivan Justen Santana. Ricardo Pozzo e Luiz Felipe Leprevost. A organização de tudo isso é de Marcelo de Angelis e Elgson Eligio Lou.
Venham – e avisem a interessados e outros contemporâneos.
Em breve, noticiarei mais festas, materializações temáticas e encontros semelhantes – curso beat na Unicamp, palestras e apresentações em Bragança Paulista e Taubaté, entre outros lugares.

Palestra e lanche de autógrafos em Campinas, na Unicamp

Será dia 28 de outubro, terça feira. Das 14 às 16 h.
Faz parte do ciclo Rebeldes do século XX, promovido pelo Centro Cultural do IEL-Unicamp
Meu tema: Geração Beat e anarquismo místico.
Local: Miniauditório do IEL-Unicamp
Ao final, autografarei Os rebeldes: Geração beat e anarquismo místico (L&PM, 2014). Haverá um lanche: coquetel alcoólico nas dependências da universidade, não pode – e de qualquer modo eu só bebo após as 18:20.
Irei além do que está em meus livros sobre o assunto, este novo Os rebeldes e o precedente Geração Beat (L&PM Pocket, 2009). Vou focalizar a ensaística recente sobre os beats, insistir muito no valor literário de Jack Kerouac, na lucidez política de Ginsberg, na relação ao mesmo tempo genética e dialética do pensamento beat e de rebeliões religiosas antigas e misticismos transgressivos. Examinarei ainda a questão da rebelião na poesia, do romantismo até hoje.
A palestra faz parte de um ciclo, com programação substanciosa. Junto o cartaz. Acho excelente a Unicamp voltar a promover atividades de extensão: é através delas que a universidade respira.
Prestigiem. Agradeço divulgação.

REBELDES DO SÉC

Já havia noticiado apresentação em Porto Alegre – mas este poster criado pelo pessoal da L&PM ficou tão bom que não resisto a adicioná-lo

em Porto Alegre

Em Porto Alegre dia 08 de outubro, quarta-feira: palestras e sessão de autógrafos de ensaio sobre a Geração Beat

claudio-willer-20Na PUC-RS e na Palavraria livros & cafés.
Pela manhã, na PUC-RS, mesa sobre escrita criativa. À noite, na Palavraria, autografo Os rebeldes: Geração Beat e anarquismo místico (L&PM, 2014) e digo algo sobre meu livro. Falarei sobre leitura dos beats, rebelião, transgressão, anarquismo místico e valor poético. Se quiserem, assim como fiz da outra vez em que estive nesse local, lerei poemas.
Será um prazer retornar à capital gaúcha. Terra de leitores ativos. Desta vez, festejo: 30 anos do lançamento da minha tradução de Allen Ginsberg, Uivo, Kaddish e outros poemas, pela L&PM, e 50 da minha estréia em livro, com Anotações para um Apocalipse, poesia (Massao Ohno editor), em outubro de 1964.
Lembrando: a Palavraria fica à Rua Vasco da Gama 165, Bom Fim, tel. 051-3268-4260. Eu já me apresentei nessa livraria-bar em 2010, lançando Geração Beat (L&PM Pocket). Estou ilustrando com foto da ocasião.
O registro daquela vez: https://palavraria.wordpress.com/tag/claudio-willer/
A gravação em vídeo: http://www.lpm.com.br/site/default.asp?TroncoID=805133&SecaoID=816261&SubsecaoID=935305&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=618052
Na PUC, a fala será das 9h às 12h, no auditório Ir. Elvo Clemente – sala 305, prédio 08, Campus da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Avenida Ipiranga, no bairro Partenon. O nome da sessão é “Conversando sobre Escrita Criativa”, e estarei em companhia do dramaturgo Camilo de Lélis e do contista e romancista, professor de Escrita Criativa, Bernardo Bueno.A página do evento: http://www.pucrs.br/eventos/criticaliteraria/
Vejam o que a crítica já observou sobre Os Rebeldes: Geração Beat e anarquismo místico: https://claudiowiller.wordpress.com/2014/08/24/materias-sobre-os-rebeldes-geracao-beat-e-anarquismo-mistico-atualizando-a-boa-recepcao/

A nova Noite Beat no teatro Cemitério de Automóveis

Será dia 24 de julho, a próxima quinta feira.
Comemoração dos 30 anos da publicação da minha tradução de Allen Ginsberg, “Uivo e outros poemas” pela editora L&PM (agora na n-ésima edição). Lerei “Uivo”, nesta altura um clássico.
A organização é de Ivone fs e Guilherme Ziggy.
O Cemitério de Automóveis fica à Rua Frei Caneca, 384.
Chegarei após as 21 h, pois dou oficina. Mas convém não chegarem em cima da hora, pois a lotação do local é limitada. (terei escrito um enunciado ambivalente ou ambíguo?) (dará certo, em outras ocasiões tudo funcionou bem)
O teatro-bar de Mario Bortolotto também tem uma banca de livros, como sabem os freqüentadores. Haverá exemplares de “Os rebeldes: Geração Beat e anarquismo místico”, “Geração Beat”, “Uivo e outros poemas” e outras edições da L&PM. Autografarei.
Haverá mais apresentações de qualidade. Artistas comparecerão. Na imagem, o programa completo.
noite beat o programa

A vitrine beat e alguns comentários

vitrine beat02Havia postado no Facebook a foto da entrada da Livraria Martins Fontes, onde será meu lançamento na quinta feira. Foi apreciada, teve curtições e compartilhamentos. Por isso, publico-a também aqui. De fato, é algo bonito de se ver.
Por volta de 1985, quando saíram as primeiras traduções brasileiras de Kerouac, Ginsberg, Burroughs, Corso e Ferlinghetti pela Brasiliense e L&PM, que também lançou a coletânea Alma Beat, alguns afirmaram que se tratava de modismo. Até mesmo, disseram, nostalgia da década de 1950. Estavam errados. Livrarias não exporiam se não houvesse leitores. Editores não os publicariam se não houvesse procura, mesmo com a simpatia de Ivan Pinheiro Machado da L&PM pelos beats, ou a identificação de Sergio Cohn da Azougue. Um indício: a reedição em pocket do manuscrito original de On the Road, leitura mais especializada.
Edições beat, que haviam hibernado por um tempo, retornaram com a reedição da minha tradução de Ginsberg em 1999; e logo em seguida, de On the Road, seguidas por uma extensa série de títulos. Outras editoras, além da L&PM e Azougue, acompanharam. Destacarem-se em um mercado tão ocupado por dramalhões de John Greene e historietas de vampiretos indica avanço cultural. É uma satisfação fazer parte disso, com um ensaio que pode servir como guia de leitura, fonte de informação adicional e, principalmente, de reflexão.