Posts Tagged ‘mercado editorial’

Meus livros nas livrarias

A propósito da boa repercussão no Facebook de que está para sair Manifestos, Azougue editorial, foi observada dificuldade em achar outros livros meus. Pesquisei. Na Cultura, Martins Fontes, Travessa e Saraiva. Tem. Nas grandes redes, convém telefonar antes, encomendar, para evitar perder tempo com atendentes atarantados.

No Estante Virtual, dos sebos, é uma festa, tem de tudo – até um Jardins da Provocação como livro raro, a R$ 250,00. E um Escritos de Antonin Artaud, último dos últimos. Mas, atenção: muitos sebos estão vendendo Geração Beat e outros títulos a preços acima daquele das livrarias, não sei por qual razão. Sebos prestam um excelente serviço, Estante Virtual mais ainda, mas prefiro que comprem nas livrarias – aí, recebo minha parte, as editoras pelas quais publico prestam contas, direitinho.

Na livraria Cultura:

http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=768965

ou

http://busca.livrariacultura.com.br/?termo=Claudio%20Willer&filtro19=1

Na Martins Fontes:

http://www.martinsfontespaulista.com.br/ch/bus/0/0/Disponibilidade/Decrescente/20/1/Q0xBVURJTy1XSUxMRVI=.aspx?PBP=Q0xBVURJTy1XSUxMRVI=

Na livraria Travessa, Rio:

http://www.travessa.com.br/Claudio_Willer/autor/6B87D938-B6AA-4E22-8D24-0FB0B074D6CB

Na Saraiva:

http://busca.livrariasaraiva.com.br/saraiva/Claudio-Willer

Boas compras. Aguardem mais.

Rimbaud e Burroughs: Cult e Sabático

A revista Cult informa (copio o release):

É HORA DE LER RIMBAUD – Neste mês, o assunto da CULT é Rimbaud. Com artigos de Claudio Willer, Lucas Bertolo e Silvio Rosa Filho, Denilson Cordeiro, Anderson Gonçalves, entrevista com André Guyaux e uma tradução exclusiva de “O Sonho de Bismarck”.

Artigos sobre Rimbaud, meu e dos demais colaboradores, são convergentes. Conjunto virou libelo antiautoritário, com bastante informação literária.

Já nas bancas.

Amanhã nas bancas, no suplemento Sabático de O Estado de S. Paulo, minha resenha de Junky de William Burroughs.

Nos dois temas, deu algum trabalho condensar, ajustar ao tamanho da publicação. Teria assunto para ensaio daqueles de periódico, de 15 laudas. Voltarei a tratar deles.

Quanto á matéria no Sabático: até examinei com moderação a Companhia das Letras apresentar como lançamento novo e “edição defintiva” uma reedição de um livro publicado pela Brasiliense em 1984. E sem revisão da tradução – observei erros de Reinaldo Morais. Também quero ver quantos dos colegas das editorias literárias e afins se darão conta de que nas livrarias tem outra edição do mesmo Junky, da Ediouro, mais completa. Tem gente que sequer confere no Google.

Essa nova edição de Junky está à venda por R$ 37,00. A da Ediouro custa R$ 53,90. A livraria consultada, a Cultura, também tem a edição da Penguin Classics na qual a Ediouro se baseou, por R$ 39,70. Na Amazon Books a mesma edição Penguin está em oferta a U$ 10,00; em e-book, a U$ 9,20. O preço dos livros no Brasil contribui para nossos baixos índices de leitura – já havia observado isso.

Ainda a propósito do Brasil em Frankfurt; no resto do mundo; e aqui mesmo

Será que minha postagem anterior foi entendida?

Pergunto por causa de alguns dos comentários resultantes. A discussão proposta não é sobre quem vai ou não vai, sobre convidados e ignorados. Nem sobre falta de transparência: o Ministério da Cultura divulgou releases, podem ser lidos através do Google. É sobre recursos reduzidos e, principalmente, desinteresse da mídia e opinião pública – se a preparação de eventos esportivos gera essa quantidade de notícias (com razão), também deveria sair algo sobre presença em acontecimentos culturais importantes.

Haveria mais, muito mais, dando prosseguimento, sobre erros e vexames em participações brasileiras no exterior, incompetência em ações além-fronteiras no campo da literatura, e da cultura em geral. Poderia estender, virava relato quilométrico.

Feira do Livro de Guadalajara, a mais importante da América Latina, em 2001, Brasil era tema ou convidado especial. Como lembrado por Floriano Martins, dentre outros erros, as caixas com uma edição de Poesia Sempre, a revista da Biblioteca Nacional, dedicada ao México, ficaram retidas na alfândega da capital mexicana por algum erro burocrático. Adido cultural e embaixador, apesar do empenho do editor da revista, o poeta Marco Lucchesi, não deram atenção. Poesia Sempre sobre o México ficou fora da feira. A literatura, em segundo plano em função do alto investimento em um show de Carlinhos Brown.

Bordeaux, 1993: o relato de uma professora de literatura da universidade local, pesquisadora de autores brasileiros. Foi conhecer o adido cultural brasileiro em Paris. Mal conversaram durante a entrevista, pois ele estava o tempo todo ao telefone, articulando sua transferência para outro cargo. Ao final, disse-lhe que, se quisesse, podia ficar com uma daquelas caixas de livros que eram mandadas pela Biblioteca Nacional.

Lisboa, 1992: Congresso de Escritores. Meu convite era como presidente da UBE, para tratar de um próximo congresso de escritores de língua portuguesa, coisa importante, e Ministério da Cultura pagou minha passagem. Ida oficial – outras vezes, fui como poeta, pessoa física. Na ocasião anterior, Congresso de Escritores de Língua Portuguesa, tivemos um adido cultural especialmente competente, Alberto da Costa e Silva, que se incorporou à nossa delegação. Achava que as coisas funcionavam sempre desse modo. Oficiei para a adida cultural, uma poeta, esposa ou viúva ou filha, não lembro, de um general do regime anterior – escreveu-me uma carta manuscrita de algumas páginas, sobre dificuldades do relacionamento com Portugal – e não apareceu, não deu as caras e nunca mais tive notícias dela.

Roma, 1993 – série de apresentações de poetas brasileiros na Embaixada do Brasil, Piazza Navona, coordenada por Maria Lúcia Verdi, que cuidava do Instituto de Estudos Brasileiros, e Márcia Teophilo. Uma das sessões, os convidados éramos eu e Antonio Fernando de Franceschi. Embaixador mandou recado desculpando-se por não comparecer. Adido cultural ficou no andar de cima e não se deu ao trabalho de descer, nem para nos cumprimentar. Achei esquisito – afinal, algum protocolo deveria ser seguido por diplomatas.

Festival de Poesia de Medellín, 2010 – o melhor da América do Sul, notoriamente. Após me convidar, o coordenador do festival, Fernando Rendón, pediu ao Ministério das Relações Exteriores que desse minha passagem. Nada, nenhuma resposta. O festival cobriu todos os custos da minha participação.

Recentemente, Feira do Livro em uma cidade na Espanha – organizadores fizeram lista de brasileiros que gostariam de convidar, pediram passagens ao Ministério das Relações Exteriores. Nada, nem responderam.

Dividir despesas, país do convidado dar passagem, isso é praxe – mas não aqui. Podia ir atrás, falar com alguém, aí conseguia – mas não faço isso, é política literária. As vezes em que fiz, por exemplo no congresso de escritores em Portugal, quando falei com o simpático Rouanet (ministro da Cultura certo no governo errado, penso), era por ser coisa oficial, um congresso, e não para mostrar o que escrevo. Turismo literário, aprecio, e mais ainda sair nas respectivas antologias, mas com limites, também já recebi convites dos quais declinei, por estar ocupado aqui.

Relações assimétricas, é disso que estou tratando. Portugal, através da Biblioteca Nacional, vinha patrocinando publicações de autores portugueses, inclusive uma bela coleção de poesia pela editora Escrituras. França já patrocinou muita coisa. É normal – agora, com a crise, acabou. Nós, quando? O que já fizemos? Conseqüência: centros de estudos, bibliotecas e leitorados da nossa língua, são 90% Portugal, 10% Brasil. Idem, mercado editorial, difusão de obras e autores.

O escritor Antonio Torres lembrou, no Facebook, nos comentários à minha postagem, que esteve no Salon du Livre parisiense de 1998. Elogiou organização e o coordenador, Jean Sarzana. E com razão. Estive no Salon du Livre em 2000. País-tema era Portugal. Falei em uma mesa sobre lusofonia, língua portuguesa –interessava no contexto dos 500 anos e os debates sobre acordo ortográfico, que ferviam na época. Portugueses foram elegantes, não ligaram para o Brasil, na edição de 1998, havê-los ignorado. São três auditórios grandes para mesas e palestras, programação corrida, estavam sempre lotados. Minha sessão era às 14 horas, entrei no auditório às 14 horas, público e restante da mesa já estavam lá, começamos imediatamente, nada de atraso protocolar brasileiro. Que diferença da Bienal daqui: na última edição, mesa sobre profissionalização do escritor, público de meia dúzia , ao lado o monumental estande da editora de Edir Macedo e, como sempre, barulho interferindo. Salão parisiense, espaço é menor que da Bienal de São Paulo. Mas, além da programação intensa e organização perfeita, nos estandes de editoras predominava literatura de qualidade – fiz compras.

Aqui no Brasil, Flip funciona bem. Focaliza e convida também autores brasileiros, mas confirma que somos importadores de cultura – assim como a Bienal do Rio, a julgar pelo noticiário recente. De positivo, haver estimulado uma diversidade de encontros de escritores em outras localidades. Injustiça, essa cobertura toda para a Flip e ninguém falar na Jornada Literária de Passo Fundo, que faz isso há um quarto de século ou mais. Quando estive em Passo Fundo, 1991, dei palestra sobre tradução para um estádio lotado, duas mil pessoas – mesa, além de mim, João Antonio e o alemão trazido pelo Goethe: espantado, comentou comigo: “É, na minha terra também tem disso, mas publico é de 20 pessoas”.

Enfim: alguma dúvida de que esses temas, eventos literários aqui e presença brasileira no exterior, mereceriam mais atenção e discussão?

Livros digitais no Brasil e o preço dos livros no Brasil

Livros brasileiros são, notoriamente, caros. O dobro do livro equivalente nos Estados Unidos, Inglaterra, França e outros países. É círculo vicioso: livro aqui é caro porque vende pouco (salvo as exceções notórias); mas vende pouco por ser caro. Esperava-se que entrada em cena do livro em suporte digital, o e-book, mudasse esse quadro. Mas não. O acordo da Amazon com editoras brasileiras, para que essas autorizassem venda de seus títulos no meio digital, usando o kindle, sem se considerarem prejudicadas, foi manter o preço; comercializá-los pelo mesmo preço de capa do livro de papel:

http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/amazon-preco-dos-livros-digitais-no-brasil-depende-das-editoras

Ninguém deu escândalo. Miopia do jornalismo de cadernos de cultura,  variedades e tal. O acordo foi fechado com a Companhia das Letras, a Globo Livros, a Ediouro e a DFD (responsável pela digitalização dos livros da Objetiva, Record, Rocco, Planeta, Sextante, L&PM e Novo Conceito) e outras.

Mais em:http://www.tecmundo.com.br/amazon/33487-estreia-da-amazon-no-brasil-esta-cada-vez-mais-proxima.htm#ixzz2ExZ2C2z1

Soluções:

a – todo mundo aprender inglês; dominar perfeitamente essa língua (algo bom, conveniente, de qualquer modo) e comprar livros disponíveis na Amazon.com por uma fração do preço brasileiro – claro que, se muita gente fizer isso, autores brasileiros se desvanecerão mais ainda do mapa – até, por sua vez, serem traduzidos para o inglês…

b – esperar, até que alguém fure o esquema, atravesse o cartel, provocando os protestos de sempre e mais uma crise no mercado editorial brasileiro, por exclusiva responsabilidade, (mais uma vez) de editores (outra hora escrevo mais sobre o preço artificialmente alto dos livros no Brasil – ah, sim: livreiros também gostam).

EM TEMPO: a propósito do comentário de Roberto Bicelli,a seguir – sim, aqui tudo está caro demais – restaurante a preços acima de Nova York – mas é porque agora estão tendo que pagar impostos, antes não, nota vinha num papelito e qualquer coisa que declarassem era aceita – livros não, tem isenções, preço alto é mesmo estratégia de comercialização.

Best Sellers

Nada a perder de Edir Macedo ocupa há semanas o primeiro lugar da lista dos livros mais vendidos na categoria não-ficção.

É para disparar os sinais de alarme.

Houve quem chegasse a sustentar, a propósito de best-sellers, que o importante era haver mais pessoas lendo livros e que a leitura sempre irá formar leitores. A posição alcançada pelo livro do dirigente da Igreja Universal do Reino de Deus e da Rede Record desmente esse otimismo.

Na década de 1980, marcada pelo desgaste do autoritarismo, houve um crescimento da qualidade de listas de mais vendidos: nela figuravam Virginia Woolf, T. S. Eliot, Drummond, bons narradores brasileiros etc. Teremos alcançado o máximo da reversão dessa tendência?

Mas sempre é possível exercitar o humor, a propósito do consumo de massa. Na categoria ficção, no mesmo período, Cinqüenta tons de cinza e Cinqüenta tons mais escuros de E. L. James ocupam o topo da lista. James vende muito mais que Macedo. Redes de pequenas livrarias, como eram aquelas da Siciliano, armavam uma prateleira na frente com os “best sellers”. Ingenuamente, colocariam lado a lado Edir Macedo e E. L. James? Ofereceriam essa metáfora sobre o recalque e o retorno do recalcado? Completariam com o Ágape do padre? Acrescentariam A guerra dos tronos?

Há tempos, já, na lista de mais vendidos, as obras de George R. R. Martin, os volumes de A guerra dos tronos e outras. Ler coleções com mil páginas em cada volume, para mim não dá. Assisti a episódios da série de TV. Pareceu-me original e atraente. A revista literária Metáfora, em sua edição deste mês, traz um artigo de Bráulio Tavares (revista com alguém da qualidade de Bráulio Tavares entre os colaboradores precisa ser lida), tratando de Game of Thrones e outras produções para TV, confrontando-as com a narrativa escrita, o romance. Bráulio comenta a “prosa rica e detalhista de George R. R. Martin”.

Enfim – e felizmente – tem de tudo. Mesmo assim, Edir Macedo no topo impressiona. É algo parecido demais com a realidade. Dá vontade de mudar para os reinos míticos de Game of Thrones, não sem antes estagiar no colégio de Harry Potter.

O capítulo final de Mito e realidade de Mircea Eliade trata do retorno dos mitos na modernidade, através da literatura e dos mass media, em versões mais ou menos degradadas. Material para corroborar o grande historiador das religiões é o que não falta.

Meus livros nas livrarias

Copiei o que aparece digitando ‘Claudio Willer’ na página da Livraria Cultura. Leiam-me – estranho, Os cantos de Maldoror, dá como esgotada a segunda edição, de 2005, mas houve terceira edição, de 2008 – será que também já esgotou? 

Em tempo, postado um pouco mais tarde: aquelas típicas coisas de livraria, a edição de Uivo e outros poemas de Ginsberg, brochura a R$ 39,00 – tem outra, formato pocket, bem mais barata, que obviamente não é colocada, preferem vender menos, porém mais caro – Livraria da Vila e outras, não se encontram os pockets da L&PM, não colocam porque acham barato demais – e assim querem promover a democratização da cultura….

UIVO – KADDISH E OUTROS POEMAS

Lançado no outono de 1956, o longo e profético ‘Uivo’ de Allen Ginsberg (1926-1997) foi apreendido pela polícia de San Francisco, sob a acusação de se tratar de uma obra obscena. Depois de um tumultuado julgamento, semelhante ao que foi submetida a novela de William Burroughs, Naked Lunch, o poema…

UIVO – KADDISH E OUTROS POEMAS

Formato: Livro

Autor: GINSBERG, ALLEN

Tradutor: WILLER, CLAUDIO

Idioma: PORTUGUES

Editora:  <!– –>L&PM EDITORES

Assunto:  LITERATURA ESTRANGEIRA – POESIA

Edição:

Ano: 1999

Encadernacao: BROCHURA

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 GERAÇAO BEAT
  • Movimento literário, vanguarda artística com ramificações na música e na fotografia, a geração beat manifestou-se por meio de um grupo de jovens escritores que extrapolaram a arte e a vida em busca de experiências transcendentais na cultura norte-americana dos anos 50.

     

    GERAÇAO BEAT

    Formato: Livro

    Autor: WILLER, CLAUDIO

    Idioma: PORTUGUES

    Editora:  <!– –>L&PM EDITORES

    Assunto:  LITERATURA ESTRANGEIRA – TEORIA E CRÍTICA LITERÁRIA

    Edição:

    Ano: 2009

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    OBSCURO ENCANTO, UM – GNOSE, GNOSTICISMO E POESIA
  • Sintonizada com o tema – Gnosticismo – ‘Um obscuro encanto’ pretende trazer um equilíbrio entre erudição e linguagem fluída. No livro, além de referências constantes a Octavio Paz e Harold Bloom, intelectuais com os quais o autor dialoga, a bibliografia utilizada vai desde textos gnósticos…

     

    OBSCURO ENCANTO, UM – GNOSE, GNOSTICISMO E POESIA

    Formato: Livro

    Autor: WILLER, CLAUDIO

    Idioma: PORTUGUES

    Editora:  <!– –>CIVILIZAÇAO BRASILEI

    Assunto:  LITERATURA BRASILEIRA – TEORIA E CRÍTICA LITERÁRIA

    Edição:

    Ano: 2010

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     ESTRANHAS EXPERIENCIAS
  • Criação verbal de uma outra dimensão e realidade em cascata, como não poderia deixar de ser na criação literária, Claudio Willer permite caminhar através de suas experiências, estranhas, insólitas, particulares e inauditas, mas soberbas e elementais. Poeta da geração…

     

    ESTRANHAS EXPERIENCIAS

    Formato: Livro

    Autor: WILLER, CLAUDIO

    Idioma: PORTUGUES

    Editora:  <!– –>LAMPARINA

    Assunto:  LITERATURA BRASILEIRA – POESIA

    Edição:

    Ano: 2004

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    VOLTA
  • A maneira de Andre Breton, em seu Nadja, Willer nos faz andar pelas ruas de São Paulo ou Paris, pelos meandros da memória, num relato que mescla os gêneros e cria uma narrativa sem igual na literatura brasileira.

     

    VOLTA

    Formato: Livro

    Autor: WILLER, CLAUDIO

    Idioma: PORTUGUES

    Editora:  <!– –>ILUMINURAS

    Assunto:  LITERATURA BRASILEIRA – ROMANCES

    Edição:

    Ano: 1996

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  • CANTOS DE MALDOROR, OS

    Esta edição inclui comentários, notas e prefácio. Mostra como os Cantos e Poesias são uma escrita do avesso, abissal e perversa, regida pela lógica da metamorfose, pois nela cada termo contém seu oposto e cada coisa implica seu contrário. Da concepção geral, passando pelos…

     

    CANTOS DE MALDOROR, OS

    Formato: Livro

    Autor: LAUTREAMONT

    Tradutor: WILLER, CLAUDIO

    Idioma: PORTUGUES

    Editora:  <!– –>ILUMINURAS

    Assunto:  LITERATURA ESTRANGEIRA – POESIA

    Edição:

    Ano: 2005

    Encadernacao: BROCHURA

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Mesa na Bienal do Livro

Na próxima segunda-feira, às 19h00, participo de mesa na Bienal do Livro de São Paulo, sobre o tema Literatura, Carreira e Mercado. Estarei em companhia de dois prosadores contemporâneos, Marcelino Freire e Rodrigo Lacerda, e a coordenação é de Joaquim Maria Botelho, presidente da UBE.

Será no espaço Livros & Cia, localizado no Stand E60 da Bienal.  

A curadoria da programação nesse espaço é de A.P. Quartim de Moraes, que vem publicando interessantes reflexões sobre a situação do autor brasileiro no mercado editorial. Comentarei. Debaterei.

Outras sessões, examinem a página de internet da Bienal do Livro 2012, em http://www.bienaldolivrosp.com.br/Programacao-Cultural/. Há bastante programação.

No restante da semana, estarei no evento sobre ação poética já noticiado aqui, debatendo e lendo poemas. Na sexta, a estréia da continuação de São Paulo Surrealista – noticiarei.