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APROXIMAÇÕES ÀS VANGUARDAS: um novo curso ou ciclo de palestras

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Programamos algo diferente, entre o curso típico e o ciclo de palestras. Ocasião para conversar com o público, mostrar poesia – e também artes visuais – e destacar alguns tópicos originais, polêmicos ou instigantes.

Informa a Casa Mario de Andrade:

CURSO: APROXIMAÇÕES ÀS VANGUARDAS

Por Claudio Willer

Quando: Sábados, 5 e 19 de maio e 2 e 16 de junho, das 15h às 17h

Onde: Casa Mário de Andrade, Rua Lopes Chaves, 546 – Barra Funda

Telefone: (11) 3666-5803 / 3826-4085

Inscrição Online

O que vai ser:

Uma série de palestras ministradas pelo poeta, tradutor e crítico literário Claudio Willer, pretende revelar ao público o sentido das vanguardas artísticas do século XX. Seguem-se os temas de cada encontro:

5 de maio: Dos simbolistas e decadentistas às vanguardas: quando a poesia enlouqueceu. A contribuição decisiva de Baudelaire. Lautréamont, Rimbaud; o enorme Alfred Jarry.

19 de maio: Todos os tempos e todos os lugares na poesia: dois poemas matriciais, “Zone” de Guillaume Apollinaire e The Waste Land, de T. S. Eliot.

2 de junho: Surrealismo: desfazendo alguns equívocos. O Brasil é um “país surrealista”? (Não, não é….). A complexa relação de poesia e vida.

16 de junho: Vanguardas e a recuperação do arcaico. Poetas-xamãs. Há ou houve uma segunda vanguarda? (Beats, surrealistas portugueses etc.).

Venham. Informem a interessados.

 

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A palestra sobre surrealismo e cinema

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Falarei – e mostrarei imagens – encerrando – ‘coroando’, gostaram do chavão? – o ciclo ‘Navalha no olho – o exercício do olhar no cinema surrealista’ que preparamos, Carlos Gabriel Pegoraro e eu. No Centro Cultural São Paulo, sala Lima Barreto, amanhã, sexta feira, às 19h10.

Precede nova exibição de ‘A idade do ouro’, ‘Um cão Andaluz’ e ‘A bela da tarde’ de Buñuel. Tratarei – e do restante, também A foto é da homenagem a Buñuel, com outros diretores- seu admirador especial Alfred Hitchcock (comentarei), Billy Wilder, George Stevens, William Wyler, George Cukor, Robert Wise e outros, inclusive seu roteirista Carrière e o produtor Silverman – quando ‘O discreto charme da burguesia’ ganhou o Oscar em 1972. John Ford também compareceu, mas, doente, saiu antes, levado pelo enfermeiro.

Surrealismo e cinema: mostra de filmes e palestra

Buñuel

Sobre a mostra Navalha no Olho – o exercício do olhar no cinema surrealista, informa o Centro Cultural São Paulo:

Esta mostra busca encontrar nos mais diversos estilos os aspectos mais profundos do surrealismo. Contará com a colaboração na curadoria de Claudio Willer (poeta, ensaísta e tradutor, ligado à criação literária mais rebelde e ao surrealismo) e com sua palestra gratuita no dia 13/4, sexta, às 19h10.

Sala Lima Barreto (99 lugares). R$2,00 – a bilheteria será aberta uma hora antes da primeira sessão do dia (consulte a programação completa das duas salas de cinema do CCSP no site circuito Spcine)

PROGRAMAÇÃO

dia 6/4 – sexta: 15h15 O expresso de Shanghai de Joseph von Sternberg; 17h Via Láctea ou O estranho caminho de São Tiago de Luis Buñuel: 19h Cidade dos sonhos – Mulholland Drive de David Lynch.

dia 7/4 – sábado: 15h  Pandemônio – Hellzapoppin’ de H. C. Potter; 17h A idade do ouro – L’Âge d’Or e Um cão andaluz, Um Chien Andalou de Luis Buñuel; 19h30 A bela da tarde – Belle du Jour de Buñuel;

dia 8/4 – domingo: 15h30 O expresso de Shanghai; 17h Malpertuis de Harry Kümel; 19h30 Poesia sem fim de Alejandro Jodorowsky;

dia 10/4 – terça: 15h30 Pandemônio; 17h Amor sem fim de Amor sem fim, Peter Ibbetson, de Henry Hathaway; 19h Cidade dos sonhos

dia 11/4 – quarta: 15h Malpertuis; 17h Veludo azul de David Lynch; 19h30 Poesia sem fim

dia 12/4 – quinta: 15h Via Láctea ou O estranho caminho de São Tiago; 17h30 Amor sem fim; 19h30 Veludo azul

dia 13/4 – sexta: 15h A idade do ouro + Um cão andaluz; 17h15 A bela da tarde
19h10 Palestra com Claudio Willer

As sinopses e fichas técnicas estão aqui: http://centrocultural.sp.gov.br/site/eventos/evento/navalha-no-olho/

MEUS COMENTÁRIOS: Cinema é arte surrealista, e essa mostra poderia ser infinita. Só de Buñuel, poderiam ser uns dez filmes. Fizemos, Carlos Gabriel Pegoraro e eu, a programação possível, levando em conta a disponibilidade das cópias e de tempo, e o exame dos vários modos de olhar para o cinema, a partir do surrealismo. Além do mais evidente – L’Âge d’Or etc – adicionamos algumas raridades, como o estranho Malpertuis de Harry Kümel e Pandemônio – Hellzapoppin’ de H. C. Potter. Ambos, quem me chamou a atenção para eles foi Raul Fiker, cinéfilo voraz (assíduo nas exibições do Goethe e do MASP há algumas décadas) – . Hellzapoppin’, ele chegou a programar em um ciclo sobre surrealismo que coordenou na UNESP de Araraquara. Presto, assim, uma oblíqua homenagem ao amigo recentemente desaparecido. Ainda sobre Hellzapoppin’, caberiam outras comédias de escracho – Irmãos Marx, é claro, ou o melhor Jerry Lewis de O Mensageiro, The Bellboy. Mas vem sendo exibidas com frequência na TV a cabo. EM TEMPO: Nas sinopses, os dois protagonistas de Amor sem fim, Peter Ibbetson, de Henry Hathaway se encontrarem no Além é por conta da distribuidora, suponho – essa categoria, Além, é inteiramente estranha a André Breton, que amava esse filme. Exporei os motivos, em minha palestra.

Há uma entrevista comigo que certamente o Centro Cultural São Paulo divulgará, mas da qual reproduzo desde já os trechos iniciais:

  1. Quais são as principais características do cinema surrealista? R. Não há uma “forma” ou estilo surrealista. A relação é bilateral, o surrealismo está na obra e na sensibilidade de quem a aprecia. No entanto, posso destacar a dimensão onírica, a afinidade com o sonho. Filmes de cinema, mesmo os que narram uma história no modo discursivo, com histórias que têm começo, meio e fim, têm algo de sonhos projetados em uma tela. Como já foi dito (por Ado Kirou entre outros), cinema é arte surrealista. Enxergamos mais do valor de O expresso de Xangai de Von Sternberg, inclusive o modo como driblou a censura, a partir de uma sensibilidade aguçada pelo surrealismo. Carlão Reichenbach sabia disso, por isso batizou sua obra mais onírica de Filmedemência, anagrama de Filme de cinema. Lembro que um filme preferido por Breton, colocado por ele no mesmo plano que L’Âge d’Or de Buñuel, foi Peter Ibbetson (Amor sem Fim), de 1935, dirigido por Henry Hathaway e estrelado por Gary Cooper e Ann Harding. A história de um homem e uma mulher que se amam desde a infância. Ele é pobre. Ela foi destinada a outro pelo pai. O apaixonado, por acidente, mata esse pai, que o atacava. Vai preso. Na prisão, é espancado, quebram-lhe a coluna. Imobilizado, espera a morte. Mas sonha. Em seus sonhos, encontra a amada. Essa também sonha – e também o encontra. Ambos sonham o mesmo sonho, de modo sincrônico. Vivem por anos a fio, vão envelhecendo, sustentados pelos sonhos, realização do que a sociedade patriarcal e autoritária lhes negou. Dramalhão? Para Breton, a celebração do amor romântico, absoluto, sem limites: ganhou seu entusiasmo pela fusão de realidade e sonho, tópico surrealista por excelência.  )P. Qual o desafio que esse cinema, como um “exercício do olhar”, propõe ao espectador? R. Em Nadja, a narrativa de Breton que é uma das portas de entrada no surrealismo, há um trecho sobre o “sistema que consiste em jamais consultar o programa antes de entrar num cinema”. Nele, a lembrança do oitavo e último episódio de um filme em série “no qual um chinês, que havia encontrado não sei que meio de se multiplicar, invadia Nova York sozinho, com alguns milhões de exemplares de si mesmo”. É Les Empreintes de la Pieuvre(Os rastros do polvo). Nunca mais alguém lembraria Les Empreintes de la Pieuvre, se Breton não o houvesse comentado, valorizando justamente o que o filme tem de absurdo, de manifestação da imaginação desenfreada.

Há mais em uma série minha sobre surrealismo e cinema, publicada na revista Reserva Cultural e subsequentemente reproduzida aqui: http://www.tertuliaonline.com.br/postagem/ver/330 e http://www.tertuliaonline.com.br/postagem/ver/326

Nova palestra sobre Alfred Jarry, o Doutor Faustroll e a Patafísica

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O ETERNO VOO DE DR. FAUSTROLL NA CLAREZA OBSCURA DO AR

QUANDO: Dia 1º de abril, domingo – sim…! Em pleno dia universal da mentira e domingo de Páscoa…! – das 16 às 18 h.

ONDE: Cia. Corpos Nômades, Rua Augusta 325, São Paulo. 01305-000

Evento no Facebook; https://www.facebook.com/events/351575682013560/

Alfred Jarry celebrizou-se como criador de Ubu Rei – mas sua obra e sua contribuição são gigantescas. Em sua vida breve (1873-1907), criou desenfreadamente. Primeiro a efetivamente entender Lautréamont (também encenado com especial carinho pela Cia. Corpos Nômades), foi o grande precursor e iniciador das vanguardas, dadaísmo e surrealismo. Já está tudo lá, nos três volumes de obra completa totalizam mais de 3.000 páginas pela coleção Pléiade da Gallimard. Direi algo sobre Patafísica, a arte das soluções imaginárias, sobre as antecipações científicas visionárias no Faustroll, e também sobre as versões de Ubu, Os dias e as noites, O supermacho e outras de suas criações. Principalmente, sobre a tentativa de síntese de conhecimentos tradicionais, herméticos, e a ciência mais avançada, e a espantosa fusão de criação e vida a que procedeu, levando-o a tornar-se personagem de si mesmo. Na foto, Jarry e sua inseparável bicicleta.

INFORMA A CIA. CORPOS NÔMADES: Claudio Willer falará sobre Alfred Jarry e sua obra. Esta atividade está conectada ao tema do novo espetáculo da Cia. Corpos Nômades “O Eterno Voo de Dr. Faustroll na Clareza Obscura do Ar – Uma Navegação no Bingo da Sociedade Secreta da Patafísica”, inspirado no mito de Fausto e no texto de Alfred Jarry – Gestas e Opiniões do Doutor Faustroll, Pataphysico – Romance Neoscientifico, traduzido por Eclair Almeida. Nesta obra Jarry traça um universo rico e eclético de referencias à arte, à ciência, à patafisica e ao imaginário da existência e da alma humana e a superfície de Deus.

Os participantes desta palestra ganharão 01 ingresso para assistir ao espetáculo “O Eterno Voo de Dr. Faustroll na Clareza Obscura do Ar” do dia 1º de abril (domingo) às 19h30 que acontece no próprio Espaço O LUGAR.

Inscrições: encaminhar um e-mail com o assunto do evento, com um carta de interesse para o e-mail: ciacorposnomades@gmail.com Até o dia 31/03/2018.

POESIA E CIDADE NO SESC BELENZINHO

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quando: Dia 20 de março, terça feira, das 19 às 21 h. SESC Belemzinho,

onde: R. Padre Adelino, 1000 – Belenzinho, São Paulo – SP, 03303-000, Fone (11) 2076-9700

Convidado por Caco Pontes, eu me apresentarei no ciclo Musa Cidade, com  uma panorâmica das relações entre poetas e metrópoles modernas, desde William Blake (sim, nisso ele também foi precursor) e o indispensável Baudelaire até contemporâneos como Roberto Piva.

Informa o SESC Belenzinho:

LITERATURA

Práxys Poétika: Musa Cidade COM CACO PONTES E CONVIDADOS

A oficina tem como principal abordagem a performance poética contemporânea, nos aspectos sonoros, vocais e corporais, contando também com exercícios de criação literária para levantamento de material. Diversas referências são pesquisadas através de textos, vídeos e áudios no decorrer dos encontros, com o objetivo de provocar a percepção estética, senso crítico, além de estimular o desenvolvimento rítmico e fonético. A temática central desta edição será pautada na relação poética com a cidade de São Paulo, passando por conteúdos clássicos, contemporâneos, além de receber convidados e convidadas especiais, oferecendo experimentos nas diferentes áreas e linguagens que serão investigadas ao longo da oficina.

Participações:

20/3 – Claudio Willer
27/3 – Sandra-X
03/4 – Claudia Schapira
10/4 – Caleb Mascarenhas
CACO PONTES é poeta e multiartista. Autor dos livros ‘O incrível acordo entre o silêncio & o alter ego’ (2008), ‘Sensacionalíssimo’ (2013), ‘Sociedade Vertical’ (2014) e co-autor de “Varal de Poemas” (2010), antologia publicada em Barcelona, com traduções de seus poemas para espanhol e catalão. Participou como convidado de mostras e festivais como Flip, Balada Literária, Bienal do Livro de SP, Feira do Livro de Buenos Aires, Feira do Livro de Guadalajara e Primavera do Livro do Chile. Sócio-fundador da plataforma de produção criativa Panaméricas Diásporas, idealizador dos projetos Baião de Spokens, Verso Móvel Sound System, Cordelíricos e integrante do grupo Stereotupi. Tem composições em parceria com Alice Ruiz, Gustavo Galo e Jonathan Silva.
Local: Sala de Oficinas 3

POESIA E XAMANISMO NO SESC DE SANTO ANDRÉ, II

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IMAGINEM SÓ, FUI SUSPENSO PELO FACEBOOK POR 24 HORAS POR CAUSA DA POSTAGEM ANUNCIANDO ESTE CURSO ILUSTRADA POR UMA FOTO DE ÍNDIOS NO PARQUE DO XINGU QUE FIZ EM 1967. Ilustro agora com uma imagem de Antonin Artaud – mostrarei que Para acabar com o julgamento de Deus é poesia xamânica – e quem quiser ver a foto de índios, basta olhar a página precedente neste blog. Mostrar índios, não pode – já para controlar a proliferação de notícias falsas impulsionadas por robôs, mensagens de ódio e picaretagens comerciais, redes sociais se mostram incapazes e omissas. Monstro ambivalente, o Facebook – ao mesmo tempo, foi decisivo em movimentação recente para que eu enfrente algumas dificuldades pessoais (voltarei ao assunto). Em um post recente comentei que, se na época em que fizemos o VIVA PIVA já houvesse a rede, teríamos arrecadado muito mais.

Poesia e Xamanismo:

Serão quatro encontros. Não faltará assunto.

QUANDO: Aos sábados, dias 24 e 31 de março, 7 e 14 de abril. Horário, das 15 às 16h20 (o informe do SESC traz das 15 às 16 h, mas acho pouco)

ONDE: R. Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar, Santo André – SP, fone (11) 4438-9819, (11) 4469-1200, EMAIL email@santoandre.sescsp.org.br, Facebook www.facebook.com/SESCSantoAndre, Site sescsp.org.br/santoandre

INFORMA O SESC – SANTO ANDRÉ:

O que é um xamã? A que modalidades de magos, feiticeiros e sacerdotes se aplica o termo? Até que ponto alguns poetas podem ser identificados a xamãs e o que em suas obras justifica essa associação?

O ciclo de encontros, divido em quatro partes não sequenciais,  mostra de que modo temas e traços do xamanismo podem ser encontradas em uma diversidade de autores, desde Dante Alighieri, passando por William Blake, Gérard de Nerval e Rimbaud, até modernos e contemporâneos como Jorge de Lima, Antonin Artaud, Vicente Huidobro, Herberto Helder, Michael McClure, Gary Snyder, Jerome Rothemberg e Roberto Piva.

Claudio Willer é poeta, ensaísta e tradutor, ligado à criação literária mais rebelde, ao surrealismo e geração beat. Livros recentes: A verdadeira história do século 20, poesia (Apenas Livros, Lisboa, 2015); Os rebeldes: Geração Beat e anarquismo místico, ensaio (L&PM, 2014); Manifestos, 1964-2010, (Azougue, 2013), Um obscuro encanto: gnose, gnosticismo e a poesia moderna (Civilização Brasileira, 2010); Geração Beat (L&PM Pocket, 2009); Poemas para leer en voz alta (Andrómeda, San José, Costa Rica, 2007); Estranhas Experiências, poesia (Lamparina, 2004). Traduziu Lautréamont, Allen Ginsberg, Jack Kerouac e Antonin Artaud. Publicado em antologias e periódicos no Brasil e em outros países. Presidiu a UBE, União Brasileira de Escritores, em vários mandatos. Doutor em Letras na USP, onde completou pós-doutorado. Deu cursos, palestras e coordenou oficinas e outras atividades em uma diversidade de instituições culturais.

Na Sala de Múltiplo Uso.

POETAS MALDITOS NO SESC DE RIBEIRÃO PRETO: PALESTRA

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(Ilustrando, Rimbaud, que declarou “Eu sou maldito” e foi publicado na antologia ‘Poetas malditos’ organizada por Verlaine. Será um dos autores comentados – mas irei desde as descidas órficas ao inferno até contemporâneos – assunto não faltará)

Informa o SESC de Ribeirão Preto:

Encontros literários – Os poetas malditos, com Claudio Willer

Quando: Sábado, 10 de março às 15:00 – 17:00

Onde: Sesc Ribeirão Preto – Rua Tibiriçá, 50 – Centro, 14010090 Ribeirão Preto

Nesse encontro, o escritor beatnik examina autores tipicamente malditos, obedecendo a uma série cronológica. Tratará, não apenas de autores, mas de questões associadas ao sentido do termo ‘malditos’. Por exemplo, a existência de ‘malditos’ contemporâneos e de uma ‘linhagem maldita’ ao longo do tempo. E, principalmente, a projeção além dos limites da criação literária dos ‘malditos’: em movimentos de vanguarda, política, contracultura, rebeliões sociais.

No Auditório. 200 lugares. 14 anos. Retirada de ingressos com 1h de antecedência.

VENHAM